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Calendário 2014 – Setembro chove?

Eis a questão.

Precisando estamos, mas enquanto a chuva não vem nos resta aproveitar o céu azul de “motoqueiro” e colocar as motos nas estradas, como nesta foto e um sábado desses.

Calendário 2014 set

Let’s Ride!!!

Seo Craudio

Papel de Parede – Marota e Flicka

Pois é… muita correria… final de ano chegando.. mas parece que estamos no calendário Chinês…

E pela falta de tempo para escrever, segue uma foto de duas belas Marauders.

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2 – clique na foto ampliada com a tecla direita do mouse e selecione – definir como plano de fundo –

Fácil.

Abraços

Seo Craudio

Midnight Star 950 x Boulevard 800

O mercado de moto custom no Brasil mudou um pouco, e para melhor claro, se comparado nos idos de 96 / 97 onde praticamente só tínhamos duas competidoras: Yamaha Virago 535 e claro a mãe de todas, a Honda Shadow 600.

shadowXvirago

O fato é que hoje com uma economia  estável (…que nunca se viu igual nesse país…),  o mercado se abriu (não totalmente) para outras entradas. Foi assim com as Vulcans e Marauders (98) , e para se ter uma ideia, só em 2006 que veio a Boulevard M800 e sua irmã mais pesada a 1500, e a Honda um ano mais tarde, tirava de linha a shadow 600 substituindo pela Shadow 750, fato que gerou muita polêmica dividindo as opiniões. O que todas as montadoras de motos no Brasil fizeram  não foi nada além de melhorar seus produtos com mais tecnologia, e aumentar as cilindradas. Exceção as Harleys que se estabeleceram no Brasil, sempre oferecendo uma boa gama de motores e acabamentos.

Bom diante de tudo isso, a Yamaha era a única que não tinha migrado para esse segmento das médias cilindradas, mantendo até então a sua Drag Star 650. Mas isso já ficou para o passado, e recentemente fez um lançamento mundial: a Midnight Star 950.

xvs950_midnight_preta[1]

Para mim, é uma das mais belas customs do momento, e aqui no Brasil o foco é, claro, além de competir com a Shadow, roubar o mercado conquistado pela Suzuki Boulevard 800.

Suzuki_M800_2005_02

Não vou aqui defender uma ou outra, até porque ambas para mim têm vários pontos favoráveis, e alguns que deixam a desejar. Mas o que quero dividir com vocês aqui, é uma tabela comparativa que fiz, para quem sabe, ajuda-lo a decidir com qual modelo ficar, apesar que uma coisa ainda é certo: apesar das motos terem subido de patamar, ambas continuam muito próximas, e sempre existirá os fãs de uma ou de outra dispostos a discutir horas e horas como era assim… com a Shadow x Viragos.

Boa escolha.

comparativo Boulevard x Midnight Star

*Caso alguém ache algo errado nesta tabela, por favor me avise.

** Leia relato sobre a Boulevard M800 aqui

*** Leia também Nova Shadow 750 x Shadow 750

Abraços

Seo Craudio

Imagem do dia – Suzuki Marauder – Flicka

Suzuki Marauder - Flicka 

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Seo Craudio

Continuando a homenagem…

Continuando a homenagem a essa moto que só me trouxe alegria, segue um email que enviei aos amigos quando comprei a moto.

“…Pois bem, sexta-feira fui pegar a Marota. Que alegria, graças ao amigaço Coelho tudo certo, ele foi na rodoviária do Tietê e depois me levou para Guarulhos, até entendo que foi fácil, afinal o cara mora em Interlagos. Chegando lá (GPS motos) foi amor a 2° vista, a moto era do Fabião, e eu inclusive já tinha andado nela, mas isso a mais de 6 meses e confesso, ” nem lembrava direito como ela era.”

                         a - o amigo Cueio          b- de saída

Ao sair coração batia forte, apreensivo, com medo mesmo, pois passaram-se 1 ano e 43 dias sem moto.

Será que seria eu capaz de andar com uma moto diferente da Shadow?

Andar pelo trânsito paulista? Saberia eu fazer curvas ainda?

E o vento?

Será que eu suportaria?

Será que o torque não me jogaria para fora da moto?

Enfim, todos os questionamentos idiotas desapareceram assim que sentei e liguei a Marota (re-batizada pelo Rava). Despeço-me então do Coelho e sigo para a 1° abastecida. No tanque ainda 3 litros de gasolina, e agora a única preocupação era saber se a moto, que ficou muito tempo parada, não teria problemas de carburação e que me deixaria a “Meriva” (carro de taxista).

Que nada, a danada é Marota mesmo, esperta feito cão perdigueiro, ágil feito raposa, rápida como o Coelho, e linda feito um Puma. (eu sei estava viajandão)

Que maravilha, meu sorriso ia de orelha a orelha, e de repente passa um moto-boy gritando – tá bonito em SombreroS ??? Buzinadinha e sigo rumo a Fernão Dias. Curvas e curvas, tráfego pesado, muitos caminhões, e eu retomando o traquejo, quase esquecido, acelero e sigo ganhando confiança. O dia estava lindo (aos meus olhos), mas as nuvens do meio da tarde paulistana avisavam: em breve teste de coxinha pela frente.

Ao chegar na D.Pedro, não deu outra, pingos ardidos em meus braços, pois devido ao calor segui imprudentemente só de camiseta e colete, afinal PRECISO DE VENTO, QUERO O SOL QUEIMANDO MEUS BRAÇOS, QUERO SENTIR MINHA PELE REJUVENESCER COM O VENTO DA LIBERDADE.

Acelero mais e a Marota é firme, forte e estável, alguns quilômetros a frente chega o caminho ideal onde toda moto deveria ser batizada : AS BUCOVICINAIS DE MORUNGABA.

c- na estrada do batismo

A cada curva da Bucovicinal de Morungaba uma história… Lembrei da 1° vez que conheci o Tonhão, com um casaco que inflava feito paraquedas, do Edu parado me esperando, eu mesmo tirando várias fotos da Monstruada em um dos pontos mais bonitos da estrada, de rever o amigo Taz, do 1° protótipo feito pelo Léo SJK do que viria a ser o fim do desaparecimento dos paraputinhos. Filmes e mais filmes na minha cabeça surgiam na velocidade que apareciam cada curva. Em Morumgaba paro para o 2° abastecimento e ao olhar no velocímetro 99,9 km, que lindo … tiro a média = 20 cravados. Xou.

Marota nas bucovicinais de Santo Antônio de Posse

Quando cheguei em Amparo, terra que tenho muito carinho por ser terra natal de minha avó, paradinha para uma oração a ela, e sigo com destino a São Antônio de Posse, cidade pequena mas com muito tráfego me obrigando a seguir a 20, 30 km.

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Entre os motores de caminhões e carros, ecoava o som da Marota, forte, limpo, estrondoso, que moto. Da chuva até então só aqueles pingos. Às vezes percebia que a chuva tinha acabado de passar ali a alguns minutos como que limpando o caminho para a nossa passagem.

g- chegando nas beiras

Cheguei em C.U. as 19:00, depois de 3 horas e meia de viagem, e 270 km de felicidade, 270 km de rejuvenescimento. Fabião, Léo, Tonhão, Samuka e Coelho – vocês foram geniais. A todos da lista que ficaram na torcida para que esse dia chegasse, ele chegou, e a todos vocês MEU MUITO OBRIGADO, pode parecer piegas, MAS SÃO VOCÊS MEUS AMIGOS, QUE FAZEM A VIDA VALER.

Abraços

Seo Craudio

texto escrito e publicado em 20/12/2005, no grupo de discussão Shadow600, a Lista Mágica.

Uma homenagem…

Hoje a Marota se foi. Saiu da família “ucho” … foram quase 4 anos.

A comprei do amigo Fabião depois de um jejum de mais de 1 ano sem moto. Então imaginem só: a moto dos meus sonhos agora na minha garagem.

Com ela fui a muitos lugares… até o Chile, pensa…

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Com muita honra e alegria passei-a para meu irmão, sua primeira moto (ele pagou claro, mas foi como um presente 🙂 ).

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Fizemos então nossa tão prometida primeira motocada, e de cara o Dan se sentiu a vontade como quem nascera para isso. E assim com ela o Dan também ganhou o mundo, ganhou namorada e ganhou também um brasão.

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É… a Marota se foi, mas toda a alegria que ela trouxe nunca será esquecida nem por mim e principalmente pelo o Dan.

Parabéns ao novo felizardo proprietário, e que ele também tenha muitos quilômetros de felicidade com ela a sempre Marota.

Marota e Flicka

Abraços já com saudades

Seo Craudio

Imagem do dia – Flicka

Marauder 800 a Flicka

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Abraços Seo Craudio

Hayabusa 1,6kg/cv – por Léo SJK

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Ontem dei um rolê de Busa, o primeiro da minha vida. Foi um pequeno trecho, entre Bauru e Jaú, 68 kms que percorri em aproximadamente 25 ou 28 minutos. A moto é um Míssil, 197 cavalos para puxar 220 kg e mais os meus 105, numa relação peso/potência de absurdos 1,6 kg/cv. Em poucos segundos ela vai a 200, a aceleração é bruta, a moto é dura, estável, segura.

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A brincadeira é legal, mas não é para mim. A 200 km/h meu capacete começou a balançar excessivamente, pois não tem aqueles apêndices aerodinâmicos, e a minha jaqueta de “courô” encheu como se fosse um para quedas, o que fazia a moto inteira balançar.. Para quem está acostumado com a posição de tiozão de uma Custom, a moto é muito desconfortável, fiquei com o corpo todo dolorido depois de menos de meia hora em cima dela. Dizem que é uma Sport Touring, mas Touring é o caralho, aquilo é uma Super esportiva das boas. A posição de pilotar é a famosa frango assado, com a bunda empinada como se estivesse em uma vitrine. As pedaleiras recuadas foram difíceis de achar, afinal na minha cabeça elas continuam lá na frente. E aquele tanque enorme ficou o tempo todo disputando o espaço com a minha pança. Enfim é bonita, é brilhante, anda para caralho, mas a verdade é que o meu estilo é o bom e velho, devagar e sempre Custom.

Léo SJK

p.s. – Não recomendamos a prática de Wheeling sem capacete, o Léo SJK, que é um piloto muito experiente o fez, mas foi só para tirar a foto.

Suzuki Boulevard M800, ou simplesmente Kamila, por Enoque

Afinal, o que ela é?

 

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A primeira vez que a vi nem lhe dei muito crédito. Afinal minha intenção era comprar uma de estilo bem clássico, para lamas baixos, guidão bastante retorcido. Nada em sua modernidade me atraia. Claro, foi apenas uma foto de propaganda, mas aquele estilo meio Custom, meio Cruiser me incomodava. Quem iria gostar de uma moto que não sabe o que é? Foi à única vez que tive esta impressão, nunca mais. Não foi necessário mais que uma breve olhada a pouco mais de dois metros de distância para que eu me apaixonasse. Tocá-la em suas partes negras e sedutoras, apertar seus manetes, acomodar-me sobre seu banco, tudo me levava a crer na aventura que eu iria viver até este momento de minha vida. Não demorei mais que o tempo que levou mouse da propaganda do Unibanco para me decidir, nem precisei de pesquisas ou entrevistas. Na hora mudei de idéia, quanto a  clássica, queria uma 800, queria modernidade agora, queria uma Boulevard M800.

Sonhando acordado

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Os dias seguintes foram de ansiedade, mas contidos afinal não desejava que o pessoal a montasse sem ter o amor que eu iria lhe dedicar. Pacientemente esperei até que me ligaram informando que a menina estava pronta para mim, pronta para a estrada pronta para minha vida. Nascia a Kamila, nascia uma paixão.

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Foi uma noite de plena ansiedade afinal os dias seguintes me levariam a uma viagem de, pelo ao menos, três mil quilômetros. Eu, Cristina e a novíssima Kamila. Uma aventura e um verdadeiro teste que comprovaria minhas suspeitas. Ela foi realmente feita para a estrada. Tudo em sua estrutura foi feito para ser uma Cruiser, estradeira no melhor sentido. Seus pneus largos e firmes, seu torque potente, sua potencia constante. Sua visibilidade e, principalmente, sua beleza. Seria uma rainha desfilando pela Fernão Dias e Br116/BR 101. Dia seguinte apresento a meninas aos amigos de campinas. Claro, badalação a torto e a direita. Claro que, como amante orgulhoso, deixava que a tocassem, com carinho, com simplicidade e com curiosidade. Mais um dia e iríamos pegar a estrada. 

A hora da verdade

Dormir, quem me dera ter sono para dormir? Cedo, sei lá umas quatro ou cinco horas acordo Cristina. Vamos embora que a Kamila ta me chamando para queimar pista. Vamos nessa. E, lá vamos nós, cheios de vontade de rodarmos os três mil e poucos quilômetros que nos separavam de casa, do sudeste ao nordeste brasileiro. E, lá vamos nós com a mais nova integrante da família. E, lá vamos nós de retorno para casa após sessenta dias em Campinas. Saudades ficam, saudades me levam, vou para casa.

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Primeiros quilômetros… Puxa que máquina!!! Silenciosa sem deixar de lado aquele barulho de uma moto grande. Potente para me fazer avançar perante caminhões e carros. Forte o bastante para impor respeito nas ultrapassagens, bonita o bastante para atrair multidões. De inicio os guidões me preocupavam. Pareciam curtos demais. Será que não era por causa de minha posição de montaria? Tentei me aproximar mais do tanque. Na verdade, a necessidade de me manter próximo a Cristina me fez acreditar que a distância para o guidão era excessiva. Que nada. Já me falaram que a troca do guidão original pelo da Drag Star melhoraria a condutibilidade.  Não acredito nem quero tentar.  Descobri como me fazer feliz na distância certa. Os primeiros quilômetros, claro, de mansinho. Estou amaciando o motor da menina. Por enquanto vamos observar as recomendações da mamãe japonesa. Vamos devagar.

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O torque e a potência da menina me iluminam. Claro, é uma Cruise/Custom ou será uma Custom/Cruiser. Não ela é realmente uma Cruiser. Não é nenhuma Racing ou Touring ou mesmo uma Naked aditivada, mas para este estilo de moto, para esta cilindrada, para este peso, para este design, me pareceu uma surpresa seu conjunto torque/potência. Claro, eu ainda estava nos primeiros quilômetros e, ainda na observação do manual. Por vezes enfrentei estradas típicas brasileiras e, por vezes banquei o ioiô para tentar fugir dos buracos brasileiros típicos de nossas estradas. Em todas, ela foi ágil, em todas, ela foi leve e fácil de manobrar. Nenhum furo de pneu, nenhum problema com suas lindas rodas. Nada nos seus primeiro três mil quilômetros de vida. Aliás, tudo, tudo de excepcional.

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25 mil em menos de um ano

Passados os primeiros quinze mil quilômetros, em dez meses de vida, já com seu motor amaciado, ainda havia um ultimo teste a ser feito. De novo São Paulo. Agora mais de sete mil quilômetros, agora, apenas eu e ela. Uma visita a amigos de Sampa e uma nova oportunidade de testá-la na estrada. Um roteiro que incluía Maragogi em Alagoas; Ilhéus na Baia, Bom Jesus da Lapa, na Baia; Brasília no Distrito Federal; São Paulo e o retorno a Natal.  Às vezes retas longas, às vezes buraco mais conhecidas como panelas, às vezes plano, às vezes íngreme, quando não quente, sempre fervendo. De tudo testei: pilotagem, consumo, peso, beleza, barulho. Nem o escapamento ‘escapou’ de ser testado. Que o digam as cicatrizes dos primeiros quilômetros, que o digam as marcas de estrada remanescentes de suas viagens. Tudo aprovado. De novo nenhum problema mecânico, nenhum pneu furado. Apenas uma solda em seu protetor de moto, peça não original.

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Em menos de um ano de vida a menina já andou mais de vinte e cinco mil quilômetros. Se ela gostou, claro. Vive me pedindo para repetir a dose. Não pode ver uma estrada que já se mostra faceira, com seu ronronar típico de uma aceleração constante. Pneus, neste período, apenas uma troca para o traseiro. Surpreso, mas não incompreensivo, afinal não foram vinte mil quilômetros, apenas. Foram vinte mil quilômetros de estrada. E não foram apenas pistas boas como as São Paulinas com suas três ou quatro faixas, todas bem recapeadas. Foram, em sua maioria, estradas nordestinas de mão única, dividas por treminhões comedores de asfalto e construtores de buracos.

O que mudou em um ano? Uma bolha. Não por tanta carência, muito mais pelos insetos. Claro, o consumo melhora se você não tem seu peito servindo de muro para o vento. Consumo de uma moto de seu porte, nem mais nem menos. Para uma autonomia de pouco mais de duzentos e cinqüenta quilômetros, dependo de como você a acaricia, ela bebe entre quinze e vinte e cinco litros por quilômetros. Variável tanto quanto minhas necessidades de h2o ou h2alcool.  Sabendo como acariciá-la melhor ela sabe responder no consumo. Sabendo como apertá-la melhor ela sabe como responder na velocidade, ou na retomada.

Uma moto incrível, mas vão dizer não é uma isso ou uma aquilo. E quem quer que ela seja. Ela é única. Alias, não é tão única porque suas irmãs, tanto brasileiras quanto estrangeiras lhe parecem gêmeas. Experimente viajar mil quilômetros e ter vontade de voltar na mesma hora que chegou? Use uma Boulevard M800 para isso. Você não precisa de outra moto. Aproveite e deixe esta marca em sua pele.

Pena que quem a revende não é merecedor de tantos elogios. Tive poucos problemas com sua montadora, fui feliz. Apesar de poucos foram sérios. O retentor do cardã parecia querer me deixar decepcionado. Resolvido, apesar do estresse. Mesmo assim fatos me lembraram o país onde vivo e as instituições com quem transaciono. Deixa prá lá, afinal nada me fará deixar de amar minha menina, linda negra, Kamila.

Enoque

enoquepaulino@yahoo.com.br 

* Veja tabela comparativa entre a Boulevard M800 e a Midnight Star 950 aqui

 

Suzuki Boulevard M800 – Ficha Técnica 

Cilindrada 805 cc

Diâmetro e curso 83,0 x 74,4 mm

Taxa de compressão 9,4 : 1

Transmissão 5 velocidades

Sistema de transmissão Via cardã

Sistema de lubrificação Cárter úmido

Alimentação Injeção eletrônica

Ignição tipo Eletrônica digital

Sistema de partida Elétrico

Comprimento total 2.370mm

Largura total 920mm

Altura total 1.125mm

Distãncia entre eixos 1.655mm

Distância do solo 140 mm

Altura do assento 700mm

Peso seco 247 kg

Suspensão dianteira Telescópica invertida de amortecimento hidráulico

Suspensão traseira Balança de monoamortecimento hidráulico, tipo link regulável

Freio dianteiro Disco ventilado com acionamento hidráulico, mordido por pinças deslizantes de 2 pistões

Freio traseiro Tambor de 180mm diâmetro, de acionamento mecânico com sapatas expansoras internas

Pneu dianteiro 130/90 – 16 m/c (76h) sem câmara

Pneu traseiro 170/80 – 15 m/c (77h) sem câmara

Tanque de combustível 15,0 litros

Óleo do motor 3,4 litros com troca de filtro

Potência máxima 55 hp à 6.500 rpm

Torque máximo 6,7 kgf.m à 5.000 rpm

 

 

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Imagem do dia (mas foi tirada a noite) Suzuki Marauder: Marota e Flicka

 

 

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Seo Craudio

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