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Calendário 2013 – Janeiro

E começou o ano. E com ele todas as energias positivas foram distribuídas por telefonemas, emails, mensagens no FB, e claro com os beijos e abraços ao vivo nas festas de fim de ano.

Dizem que na verdade o ano só começa mesmo depois do Carnaval, e de fato será isso mesmo, mas lá na China onde se encerra dia 10 de Fevereiro o ano do Dragão, e começa o ano da Serpente.

Mas como estamos do lado de cá o “nosso” ano já começou, então primeiro agradeço a todos que visitam o blog e segundo desejo um ano repleto de realizações para todos.

Calendário 2013 janeiro (Custom)

Let´s Ride!

Seo Craudio

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Nada para fazer…

Quantas vezes a gente não se pegou meio que reclamando que apesar de não termos tempo para nada muitas vezes também não temos nada para fazer?

E foi assim que acordei em um Sábado de uma promessa de sol, pois a neblina ainda estava pesada, e enquanto ficava na garagem degustando um café “espresso” e admirando a Felícia veio a ideia de fazer o “nada”… na estrada.

Pega a jaqueta, coloca bota, veste o colete e enquanto eu tirava a “mosquitada” impregnada na viseira do capacete pensava por onde eu iria fazer tão nobre ação… e… bingo: vou dar a “Volta pelo Centro do Universo Mundial”.

Abre parênteses. Há alguns anos atrás, quando eu ficava sabendo que um amigo iria motocar e passar aqui pela região, eu sempre o convidava para um café com pão de queijo, ou uma cerveja gelada, ou um copo de água ou só para um abraço mesmo, e  faço isso até hoje com o maior prazer, mas um dia o Taz que mora em São Paulo disse: “…o Seo Craudio acha que mora no Centro do Universo, pois independente para onde estamos indo ou vindo, ele pede para passar na casa dele…”

Nascia aí o apelido carinhoso que adotei para Rio Claro, C.entro do U.niverso mundial. 😛 Fecha parênteses.

O caminho é bem simples mas bem variado de tipos de asfalto, só faltou uma “serra” cheia de curvas para dar mais emoção, mas as minhas tão queridas “bucovicinais” já foram o suficiente para em alguns momentos dar uma paradinha para contemplação… quer dizer praticar o “nada”.

O começo é quase sempre pela Wilson Finardi e na sequência a Anhanguera duplicada quase perfeita mas nada de ficar muito tempo nela, pois além de um lindo dia de céu azul, o “nada para fazer” me dava todo tempo do mundo. Na sequência e sem pressa peguei a vicinal que segue em paralelo com a Washington Luiz com traçado sinuoso mas leve e muito gostoso de percorrer além de passar por Cascalho (uma hora dessas ela aparecerá em “Homologações”), despois o centrinho de Cordeirópolis, Santa Gertrudes e só aí que entrei na Washington Luiz mas também em um trajeto pequeno pois quando já estava cortando C. U. (Centro do Universo Mundial) ao meio saí para a esquerda cruzando um dos bairros “barra pesada” para pegar a ligação para Itirapina em uma bucovicinal de cinema.

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Pois bem, depois de 80 e poucos kms feitos em algumas horas, fica fácil concluir que quando se tem moto na garagem você SEMPRE tem algo a fazer… nem que seja dar uma polidinha nos cromados 🙂

Abraços

Seo Craudio

Calendário de Maio

Pois então… mataram o Bin Laden, a gasolina já está batendo a casa dos 3 reais… e acreditem… já estamos em Maio!

Abraços

Seo Craudio

Nova Shadow 750 X Shadow 750 ?

A Honda fez seu grande lançamento no segmento custom para 2011. Sim começamos o ano com a maior marca de motos do Brasil já fazendo barulho, coisa que o Diário de Bordo mostrou se não em primeira mão no máximo de segunda, mas com a notícia pouco rodada 🙂 .

Não vou discutir se a moto é bonita ou feia, se é boa ou ruim, afinal estamos falando de uma marca de respeito, eu diria… uma Volkswagen das duas rodas… e só por isso já dispensa comentários, mas é por isso também quero deixar aqui minha indignação.

A muito tempo desde os idos da Shadow 600 que nós os (ex)felizes proprietários de uma delas, já nos imaginávamos “montados” em uma Shadow 750 (Spirit) vendida no mercado americano. Era uma questão de upgrade lógico pular de uma moto consagrada pela sua robustez e confiabilidade somada a uma boa ciclística e fácil manutenção para uma moto de maior cilindrada, maior entre eixos e claro mais “presença”.

Primeiramente isso demorou mais do que o esperado e quando veio a mudança, recebemos aqui uma 750 nacional com algumas coisas boas, como porte maior, mais confortável (para mim macia demais), um pouco mais de potência (mas quando feito as contas peso X potência deixa a desejar), transmissão por cardan, entre “otras cositas mas”. Enfim uma moto maior que a VTX600 e com/mas um design de gosto polarizante. Alguns a amaram logo de cara, vide meu amigo Coelho (acho que o Coelho foi um dos primeiros a ter um exemplar na garagem) e outros tantos que a odiaram (como diria meu amigo Léo: uma b_ _ _a! ), mas mesmo assim a Shadow 750 fez lá seu sucesso.

Agora a Honda relança a Shadow 750 totalmente repaginada, quer dizer, quase que, pois aonde na anterior  via-se um estilo mais clássico com uma pitada de modernidade, agora ela é mais esguia, aro maior pneu bem mais fino na dianteira, para-lama mais integrado na traseira, e uma série de pequenas mudanças que a deixaram mais esportiva, próxima da Spirit esperada em 2005/06.

Motor? O mesmo.

Chassi? O mesmo.

Tanque? O mesmo.

Suspensão? A mesma.

Transmissão? A mesma

Ocha! então o que mudou?

Perfumarias, salvo os freios a disco nas duas rodas e uma versão com ABS. E é aqui que mora minha indignação com a Honda.

Horas bolas, já não estamos mais em tempo de sermos enganados por empresas que quase monopolizam o mercado. E antes que você ache que isso é um discurso da esquerda, se coloque no mesmo ponto de vista que eu:

– A moto está mais, em jargão de projetos, “depopulada” que a 750 de 2010 e custa mais cara.

Que matemática é essa se não a pensar que quem vota em Tiririca pode comprar esta moto?

Simples assim, vamos fazer as contas (de padeiro claro):

– Banco menor,

– Guidon menor,

– Paralamas dianteiro e traseiro menores,

– Acabamentos laterais do paralama traseiro menor

– Eliminada a proteção das bengalas

– Eliminado o conjunto de piscas dianteiro e traseiro

– Farol mais simples

– Lanternas traseira mais simples

– Pneu dianteiro menor,

– Eliminada a plataforma dianteira.

Tudo isso tem um nome: redução de custo, sem repassar a redução para o preço final.

De novo, se ela ficou mais bonita que o modelo anterior, entra a máxima que “gosto cada um tem o seu, e tem gente que nem tem”, mas o ponto é que essa moto (que fará sucesso sem dúvida) deveria custar algo em torno de 26k, mas para nós, eles farão o favor de vender na faixa dos 28800 até  31800, uma pechincha. E como diria o amigo Piréx: “desculpe por ter nascido”.

Boas compras.

Seo Craudio

ps- claro que a achei bonita, ela é uma Shadow 600 melhorada e tão sonhada a 5 anos atrás. Pena que para mim (e para muitos) chegou tarde demais.

** Leia também Midnight Star 950 X Boulverd 800

Marisa Miller e HD saúdam os militares americanos

A Harley-Davidson tem uma história de apoio militar que remonta 1916 quando as tropas americanas montaram as Harleys da Expedição do México. Em 1917, quase um terço de todas as motocicletas Harley-Davidson produzidas foram encomendadas pelo exército dos EUA para a Primeira Guerra Mundial, somando algo em torno de 20.000 motocicletas, e na Segunda Guerra foram 90.000.

Nos tempos atuais, a Harley-Davidson suporta ativos e aposentados militares através da Fundação Harley-Davidson mantendo uma forte relação com os mesmos que são chamados de “A família Harley-Davidson” formada por clientes, comerciantes e funcionários, sendo que 14 por cento dos funcionários da Harley-Davidson e 30 por cento dos  clientes são ativos ou reformados militares dos EUA. só para ter uma ideia (curioso isto não?).

Assim sendo, a Harley-Davidson adotou o mês de novembro como o Mês dos Militares, sejam aposentados ou na ativa, e no ano passado criou uma campanha com a Bombshell Marisa Miller.

Veja o vídeo

Já postei aqui algumas fotos da Supermodel Marisa Miller para a campanha da HD Muscle, e agora vou deixar aqui as belas fotos desta campanha.

 é isso aí

Abraços

Seo Craudio

HD Fat Boy = Fat Man + Little Boy

Fica difícil acreditar que não foi intencional o uso dos nomes das bombas lançadas sobre o Japão – Fat Man e Little Boy – quando analisamos o mercado americano de motos customs nos anos 90 e a invasão de motos japonesas por lá. Era uma questão de sobrevivência para a Harley-Davidson lançar algo para “detonar” as japonesinhas e a “bomba” não poderia ter outro nome: Fat Boy.

Não vou ficar aqui discursando sobre sua evolução no tempo e suas características técnicas, meu amigo Piréx em seu blog Diário de Bordo  já  fez com maestria. O que quero aqui, é somente deixar meu depoimento como um feliz proprietário de uma Fat 2007 recem adiquirida.

Fat Boy

Sim eu sei; eu era um daqueles que dizia que dessa água não beberia, mas não sem motivos afinal as HDs são cheias de histórias como o “vaza óleo” (e vaza, mas não onde se pensa), ou o problema da refrigeração a ar (e esquenta mesmo), ou os engates imprecisos aliados a um acionamento de embreagem muito duro (eu não percebi nada), e ainda o “vibra muito” (até agora o único que está vibrando sou eu). Mas como o mundo gira um dia desses um grande amigo, o Nata, veio me fazer uma visita logo após a minha queda na região de Limeira, e me contou uma história no mínimo curiosa: ele foi comprar um pneu e saiu com uma Road King – uta vendedor bom, acho que era o mesmo que vendeu um barco para o cara que estava procurando uma farmácia para comprar absorvente para a esposa 🙂 .

Conversa daqui, conversa dali e ele divide o grande problema que tinha: duas HDs na garagem e precisava de ajuda para vender uma e queria minha ajuda nessa solução. Mais conversas e 1 garrafa de Jack depois, o problema foi resolvido com uma única frase: “a moto é minha”.

Não sei se foi o efeito do álcool ou eu que bati a cabeça no acidente, mas acabei comprando a moto sem nem ao menos vê-la, e pior ainda sem ao menos dar uma voltinha e quando cheguei para busca-la tomei um baita susto:

– Será que eu alcanço o chão?

– Será que eu aguento o peso?

Bem essas dúvidas foram embora logo depois que passei da primeira esquina e mesmo em baixa velocidade ela é muito gostosa e fácil de conduzir, já em velocidade cruzeiro 110 a 130, nem se fala, é uma sensação incrível, a moto fica “na mão”, sem vibração alguma só o ronco grave e forte que sai dos canos impondo respeito e dando legitimidade de uma genuína HD, uma Softtail com cara de Rabo duro com seu centro de gravidade baixo deixando a moto “colada” no asfalto transmitindo muito prazer e segurança ao pilotar.

Bem, só sei que neste primeiro mês com ela, já se foram 1000 km, e na água que disse que nunca beberia, hoje mergulho de cabeça.

abraços

Seo Craudio

 

Imagem do dia – Suzuki Marauder – Flicka

Suzuki Marauder - Flicka 

Para deixar como papel de parede

1 – clique na foto

2 – clique na foto ampliada com a tecla direita do mouse e selecione – definir como plano de fundo –

Fácil.

Abraços

Seo Craudio

Harley Davidson e Playboy = “American Supermodel”

A ideia não é original, afinal desde 1964 que a Pirelli criou o hoje tão concorrido calendário Pirelli. Como toda boa ideia pode sim ser copiada, nós pobres mortais temos mais é que agradecer.

Sendo assim como estratégia de lançamento da  V-Rod Muscle, a Harley-Davidson junto com a Playboy lançou o calendário H-D, com nada mais nada menos que a beldade top fodel model Marisa Miller e ainda fez um trocadilho com a Muscle: “American supermodel”.

Bem então é isso, alias tudo isso só para postar as fotos que saíram na Playboy de Março na Espanha.

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Ah, um detalhe que motoqueiro nenhum pode esquecer : nunca se perca nas curvas.

Abraços

Seo Craudio

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