Arquivo | Encontro de motos RSS for this section

Calendário Novembro 2013 – um mês cheio de eventos.

Penúltimo mês do ano e cheio de feriados: dia 2 Finados, dia 15 proclamação da República e em algumas cidades dia 20 é dia de Consciência Negra, e para os “marajás” será um super feriado ponte de 15 a 20… Tudo que todos precisam, ou seja motivo para motocar. Dia 2 festa de Aniversário do Solterios MC, em Itu, dia 9 (opa não é feriado) mas tem Lobos MC no Rio e dia 15 Festa de Final de Ano da lista Shadow em Itapema… Ou seja não colocar a moto para rodar em ao menos um desses eventos é pecar demais com a moto.

Calendário 2013 novembro (Custom)

Ah dia 28 dia mais que especial: Aniversário do TumTum 🙂

Let´s Ride!!!

Seo Craudio

Homologações – Itirapina

Aqui começo uma nova série no Blog : HOMOLOGAÇÕES.

E estas “homologações” são/serão, lugares que recomendamos que os amigos conheçam. Pode ser uma cidade, um bar, um moto-clube, enfim…Por trás disso na verdade, só mais um motivo para andar de moto.

E para começar Mineiros do Tietê e Itirapina.

Final de semana precisamente dia 16 de Abril, eu mais o Pilão resolvemos sair meio que sem destino por algumas estradas que a muito tempo eu não passava. Sentido Oeste mais para o Noroeste. O destino o 2° aniversário do MC Amigos da Estrada, lá em Pederneiras… Quer dizer, era uma ideia…  se chegaríamos era outra história.

O dia estava perfeito para andar de moto, aliás outono é a melhor estação do ano para isso, céu azul, levemente frio (um calor de rachar), e nenhum compromisso, nem de partida nem de chegada e muito menos de retorno. Encontro com o Tiozinho, quer dizer Pilão, aqui do lado de casa mesmo, na Wilson Finardi, e depois dos beijos e abraços seguimos rumo a Charqueada onde paramos para uma água gelada e um sanduba (sim já passava de meio dia).

Papo quase em dia, seguimos pela mesma pista agora com destino a serra de Torrinhas de onde se tem uma bela vista para a represa do Tietê. Paradinha para o Tiozinho abastecer os pulmões de gás carbônico, fotinhos e simbora sabe lá por onde… “_Só sei que tem que virar para esquerda 🙂 “

Andando por uma estradinha ruim a beça uma placa com um nome de cidade curioso: Mineiros do Tietê. Caracoles, será que tem algum parente da minha esposa de Valadares aqui? 🙂

A essas alturas os braços  já ardiam devido ao sol forte, e o tanque de combustível pedia uma cerveja gelada, somando tudo então, entramos na mega cidade de Mineiros… Parada para abastecer, e eis que vem um aviso da mesa do lado: _Aí camarada, seu pneu traseiro está murcho!

Utisgrilo, e não é que estava mesmo. Mas como os anjinhos estavam de olho, não é que o borracheiro era bem ao lado! Em 3 minutos o pneu estava cheio de novo, e assim então resolvemos continuar a peregrinação rumo a Pederneiras,  mas não sem antes dar uma voltinha na cidade, e fica a recomendação de uma visita por lá sim,  não tem algo de especial a fazer, mas quer melhor?

Chegamos em Pederneiras no final da tarde e nem deu tempo de desligar o motor da moto já ouvi um grito de longe: fala Careca macho!

Que surpresa agradável o grande amigo Carlão Jau estava lá para nos recepcionar, e mais que isso, ele era quase o dono da festa. Nem preciso falar a baita atenção que o cabra deu para nós “excrusive” pagando a primeira gelada.

Para ver mais do Aniversário do MC acesse o site da Toco, Toco na Estrada, motociclista de primeira que fez e faz a cobertura jornalística desta e de outras tantas festas.

Divididos entre a vontade de ficar e a de continuar a motocada, resolvemos por seguir viagem aproveitando a temperatura para lá de agradável e a Lua forte iluminando a estrada. Que Delícia!!!

Decidimos ir por um caminho mais seguro, a SP-225 duplicada e pedagiada, mas não para motos (ainda), e o ronco do estômago misturado com os roncos dos motores sinalizavam que na próxima cidade seria o local ideal. E assim chegamos em Itirapina Mal entrei na cidade pensei: ” aqui vai rolar uma HOMOLOGAÇÃO”.

E não deu outra. O “trinômio” mais que perfeito: praça, igreja e boteco, e no caso botecoS. Uma grande iniciativa da prefeitura que criou um belo espaço de convivência com várias “barraquinhas” de alvenaria limpas e bonitinhas cada uma com sua especialidade, de comida chinesa a cachorro quente, e tudo isso com um belo paisagismo com calçadas sinuosas e cercado de muito verde. Parabéns Itirapinenses.

De Itirapina para C.entro do U.niverso, também conhecido como Rio Claro, não leva mais que 30 minutos. 30 minutos de pura reflexão de o quanto foi gostosa a motocada, que começou meio tarde, emio no vou não vou, e acabou seguindo noite adentro.

Ah! No domingo fui solo para uma visitinha rotineira em Sapezeiro, e de lá uma pré homologação em Elias Fausto, mas isso é para o próximo post de HOMOLOGAÇÕES.

Abraços

Seo Craudio

Este slideshow necessita de JavaScript.

Expedição “Tanta Fass” – Frutal cervejaria Fass

Tudo começou com um email “besta” que mandei ao Mazzo perguntando quando que ele voltaria a passar aqui em casa, e ele prontamente respondeu dizendo que no dia 4 de Julho iria para Palmas, Tocantins, e passaria em Frutal, terra do amigo Coré, e no dia 11 passaria aqui em C.U. para fazer uma visita. Caraca o cara é rápido mas justo agora dias 10,11 e 12 estarei eu indo para Tiradentes-MG, mas não deixaria de matar esses dois coelhos com uma só motocada : re-encontrar o grande amigo Mazzo e sua trupe curitibana, e a tão prometida visita à Terra da FASS, a cervejaria do Coré 🙂

Alguns emails mais tarde, o bonde já estava grande, e assim dia 3 de Julho chegou, e foi a onde as coisas começaram…

  • Dia 3

Coelho, Macias, Ferraz, Kruger e Ellen chegaram aqui em C.U. para deixar a viagem mais tranquila afinal Frutal fica a mais 500 km de São Paulo, então nada melhor que fazer uma viagem assim em duas pernadas. De C.U. a Frutal são apenas 340 km.

Macias, Ferraz, Coelho e eu

Minutos antes deles chegarem eu e o amigo Rornete já matávamos um wisky para esquentar a noite, que eu ingenuamente achava que seria “leve”, mas sem entrar em muitos detalhes, fizemos uma visita ao Mortorhead MC, depois encaramos um churrasco na casa do meu vizinho, e  com isso fomos dormir quase as 6 da manhã…  Depois de duas longas horas de sono, já estávamos fardados para encarar a densa neblina que ocorre sempre nesta época do ano.

  • Dia 4 – Rumo a Frutal

A visibilidade estava bem reduzida mesmo já sendo 9 horas da manhã, e o bonde agora contava com 8 motos – Eu, Castrado, Parmito, Coelho, Ferraz, Macias, Kruger e Digudi- mas mesmo assim a tocada foi boa, pois a estrada estava vazia e apesar da neblina nos acompanhar por uns 35 km, ficou longe de estar perigosa, pelo contrário, para mim foi tempero.

DSCF8221

A temperatura nessa época do ano é maravilhosa, pois viajamos com todos os equipamentos e com isso o conforto térmico é espetacular. A viagem em si foi tudo tranquilo sem problemas maiores, a não ser uma pane seca com o Kruger.

DSCF8229

Chegamos em Frutal quase 3 da tarde, e lá a coisa já estava fervendo, pois além da previsão de chegada dos Curitibanos, contamos com a presença do casal Sr. Fábio e Sra. Preta Gil, e para coroar mais ainda o evento, o grandíssimo Zema e sua esposa para lá de simpática Patrícia.

DSCF8246

Chegamos famintos, com sede e cansados (soma 2 horas de sono + 5 horas e meia de viagem = cansado para carpaccio). Lá na sede da turma de Frutal um belo prato de pimenta temperado com arroz e linguiça, acompanhado de pimenta refogada com kibe crú. Haja cerveja para apagar o fogo… então rumo a cervejaria.

  • Visita a Cervejaria FASS

Frutal além de acolhedora tem uma grande cervejaria: FASS.

DSCF8262

Foi o momento culturo-etílico com o mestre cervejeiro mostrando todo o processo e rompendo ortodoxias:

_ A qualidade da cerveja não se dá pela qualidade da água. Nós nos abastecemos do mesmo lençol que abastece a Brahma de Agudos. O que torna uma cerveja diferente uma da outra, mesmo sendo da mesma marca, são dois fatores: a qualidade dos ingredientes, mas principalmente o fator humano. Na Ambev de Agudos, os mestres cervejeiros tem mais de 25 anos de experiência. (adorei, essa sempre foi minha teoria).

DSCF8286

A cerveja Fass está saindo de linha para dar entrada para uma cerveja também de baixo custo, a Bella, e para o segmento premium, eles também produzem a Bauhaus (para quem gosta de cerveja mais encorpada é muito boa).

A Fass é toda automotizada e possui equipamentos de primeira linha, e tem capacidade de produzir 100 milhões de litros ano… cerveja bem… é litro para caramba… Veja o vídeo.

  • Feijoada da APAE

Como não só de cachaça vive o homem, a noite depois de conhecer a choperia da Fass – Lagoon – , resolvemos fazer uma boa ação (acho que a nós mesmos). Fomos na Feijoada Anual da APAE. Que maravilha. A festa é tradicional na cidade e toda a socialite estava lá, e nós, os motoqueiros malvadões não poderíamos deixar de comparecer… Como diria um amigo piracicabano : estava ÓTEMO. Imagina que o último prato de feijoada foi derrubado já passava de 3 da manhã… uta cura ressaca.

  • Hora da partida

Para alguns pobres assalariados, domingo pela manhã era hora de partir para casa, para outros mais afortunados, domingo ainda era dia de motocar, alias apenas o segundo dia de motocada para os Curitibanos, e para os vagabundos, ainda tinham que aguentar um carneiro assado preparado pelo Coré… eita vida difícil.

DSCF8318 (Large)

Eu infelizmente estava no primeiro lote, e assim partimos as 11 da manhã em 5 motos rasgando a Rodovia Faria Lima para depois alcançar a Washington Luiz.

  • A rodovia Faria Lima

Muito diferente da Avenida, a Faria Lima lá de cima, não está em boas condições, além da pista simples, com o asfalto avermelhado devido ao excesso de caminhões que transportam cana, ele tem muitos defeitos nos obrigando muitas vezes tocar na contra-mão. É uma estrada chata, monótona, com retas sem fim, e paisagem constante formada pelas imensas plantações de cana-de-açúcar. Um detalhe muito importante para quem vai de moto. Na ida pane seca com o Kruger, que chegamos a conclusão que era a moto que estava bebendo mais que o dono, mas na volta fiquei mais atento e depois de Frutal encontramos posto de gasolina somente a exatos 168 quilômetros, e com um detalhe, o posto fica na pista oposta. Não que não tenha outros postos de gasolina, tem, alias tinha, mas devido ao alto custo dos pedágios, os caminhoneiros mudaram a rota, levando a falência os donos de postos de gasolina.

DSCF8319

Com esse cenário, agora era a vez do Macias chegar para abastecer somente com o cheiro da gasolina… e veja a bizarrice:

Abasteceu miha moto, a do Castrado, a do Coelho, a do Macias e quando chegou a vez do Parmito… acabou a gasolina do posto… 😛

E lá vamos nós procurar outro posto, agora dentro da cidade de Jaboticabal, que me pareceu uma bela cidade para em um final de semana desses fazer um bate e fica…

DSCF8325

  • Chegando em casa

Depois de motos abastecidas era a vez de nós engolirmos alguma coisa, e assim para variar, resolvemos tomar uma Skolllll, que delícia.

E foi assim, ou mais ou menos assim, que cheguei em casa com 700 km a mais de risos.

A todos que fizeram parte desta festa, valeu, já estou com saudades.

DSCF8332

Abraços a todos

Seo Craudio

mais fotos aqui : expedição Tanta Fass

O encontro bombou… e São Chico tremeu…

Beirou a perfeição.

Choveu na serra, ventou para caramba, o frio cortava, a cidade toda parada, o bar era pequeno se entrava 1 tinha que sair dois, MAS ESTAVA TUDO MARAVILHOSO.

Esse foi o resumo, o que só constata que o calor, a alegria e a vontade de estarmos juntos supera qualquer coisa.

Veio gente de vários cantos, de Porto Alegre, do Rio de Janeiro, de Curitiba, do interior de São Paulo, do centro de São Paulo, veio gente até da Bahia 🙂 e claro a galera de Santa Catarina.

Para o bonde Caipira II ao qual eu fazia parte, a ida demorou 14 horas para rodar os 805 km.

No bonde Rornete e Gi, Danucho e Paulinha, Parmito e Sandra, Castrado, Marquinho e Alexandre.

Tocamos na boa com velocidade na faixa dos 110 120 km/h, apesar do feriado prolongado as rodovias que nós cruzamos estavam bem tranquilas e o caminho já era conhecido, ou seja acelera que tá longe.

O frio nos acompanhou mas ele chegou mesmo foi entre Ponta Grossa e Curitiba, e logo depois a garoa deu lugar a uma chuva fina e chata na descida da serra, e assim foi até chegarmos em São Chico.

Chegamos em São Chico congelados e com alguns problemas: a moto do Alexandre uma CB 1300 ferveu devido a um vazamento no meio do radiador; e a moto do Dinho estourou a corrente  a míseros 3 km do posto de gasolina na entrada da cidade.

Com as coisas resolvidas partimos para um banho quente para logo em seguida cair na farra, e aí meu amigo… a coisa esquentou e muito até as 3 da madruga.

Sexta-feira o dia amanhece chuvoso, mas as 10 horas já tinha gente com latinha na mão.

Alguns aproveitaram para conhecer a cidade, outros para almoçar e depois descansar, e outros eu incluso, ficaram no boteco, comendo risolis de camarão e tomando cerveja.

A noite era de gala, e todos de uniforme, a camiseta da lista, partimos para devorar o jantar, com peixinhos, camarão ao catupiry, estrogonofe de filé e mais… cerveja, tudo bem simplinhos mas feito de coração.

De lá rumo ao bar mais agitado da cidade, um bar gay, mas bem apropriado para aquele monte de barbados vestidos de couro… 🙂   “tipo assim… motoqueiro malvadão”.

Sabadão era dia de partida e para a felicidade o dia amanheceu limpo com o céu azul, revelando a baía da Babitonga toda maravilhosa convidando para ficar…

Mas nem tudo é perfeito e alguns tiveram que partir logo cedo, outros resolveram dar uma motocada pela serra da Dona Francisca, serra linda que liga Joinville até Mafra, outros foram visitar os pontos turísticos da cidade, sabe como são esses Iraquianos… não podem ver um canhão…

e alguns outros cederam aos encantos da cidade e aceitaram o convite.

Ficamos lá sentados a beira da baía bebericando e já relembrando como foi bom o evento, e de como NÓS AMAMOS TUDO ISSO.

A noitinha jantar mais tranquilo na Choperia Solar da Beira, ali o grupo já bem menor coisa de 16 pessoas. Mais histórias, mas lembranças, mais risadas e os planejamentos para a partida do dia seguinte.

Domingão, café da manhã bem cedinho, e as 8 em ponto partimos de volta rumo a C.U., eu e Vera, Dan e Paulinha, com as motokas reluzentes loucas por asfalto.

O dia quase perfeito não fosse a sensação térmica de 5°C, ou menos, do resto, acelera que tem muito chão.

Fizemos os 805 km em 10 horas, com uma motocada muito gostosa onde o asfalto corria rápido por debaixo das motos.

Chegamos felizes e congelados loucos para celebrar com um bom vinho Chileno acompanhado de um delicioso filé a parmegiana… humm, o milagre dos Deliverys.

Foi assim que passamos esse feriado de 1° de Maio, andando de moto, abraçando os amigos, namorando, bebemorando, assim como a vida pede e é sempre assim quando os amigos se encontram… as coisas trememmmm nem que seja de frio.

abraços

Seo Craudio

mais fotos aqui

1° ou 2° Encontro da Lista Shadow 600 – o Que Importa é Que Sempre Tenha

Um pouco de história da lista.

A “lista Shadow600” está para completar 8 anos no mês de Julho.

Quando ela foi criada por uma grupo de 10 felizes proprietários de Shadow a intenção era realmente conhecer a moto que acabara de ser nacionalizada e ainda era coisa nova no mercado, uma vez que o lançamento oficial foi em 97/98.

Pois bem até então a grande maioria só se conhecia no virtual, e alguns na real e o forte sempre foi a parte técnica.

Passaram pela lista figuras antológicas e a cada ano o grupo crescia muito no virtual e pouco no real.

Foi quando em um final de semana qualquer de Agosto de 2002 foi marcado o 1° encontro da lista, onde um dos integrantes, o Bents, convidou a galera para fazer um encontro na Riviera de São Lourenço, litoral paulista.

Estavam lá Eu e Vera Magali, o Zeca, o Taz, o Vicente e a Princesa, o Véio, o Pára-raio, o Bents, o Edu Motoqueiro e o Dandan e a Cibele, naquele que foi o primeiro contato com a galera e ninguém imaginaria as centenas de vezes que esses encontros se repetiriam, independente do local, da cidade ou do Estado.

No ano seguinte veio o que foi chamado de 1° Encontro Oficial da Lista Shadow, amplamente questionado pelos cariocas que realizaram sim o 2° Encontro da Lista em Penedo um mês antes.

Na verdade pouco importa se foi o 1° o 2° ou o centésimo, o que quero mesmo é estar presente em tantos quantos eu puder.

Fiz um vídeo bem chinfrim para mostrar um pouquinho do que foi isso.

Que venha São Chico.

abraços

Seo Craudio

%d blogueiros gostam disto: