Archive | maio 2008

Harley Davidson linha 2008 – Polêmica no mundo das duas rodas

Pois é, a polêmica surgiu agora, mês passado (abril) com os novos lançamentos em comemoração aos 105 anos da Harley Davidson :

a Rocker e a Dyna Fat Bob, ambas com motores Twin Cam 96, de 1584 cm³.

A Rocker é a mais nova integrante da família Softail, caracterizada por ter um único amortecedor traseiro escondido onde o destaque fica por conta do desenho do pára-lama fixado diretamente à balança cobrindo um belo pneu de 240 mm de largura. Apesar de ser mono posto, possui um minúsculo banco para garupa escondido sob o banco do piloto, tudo com o padrão Harley, ou seja robusto e confiável.

  

Já a Fat Bob vem para aumentar a família Dyna. Ela conta com escapamento Tommy Gun e guidão estilo “drag bar” além dos já tradicionais e marcantes pneus largos – 130 na dianteira e 180 na traseira. Como diferencial o farol duplo, onde é justamente aí que reside a polêmica, surgindo a pergunta :

_ Estaria a Harley “copiando” o design de sucesso de outras motos ?

E pior :

_ Copiando de quem?

De cara podemos pensar nas Triunphs, com os seus já tradicionais faróis duplos usados tanto na antiga Rocket III  como na Speed Triple.

Podemos pensar também nas BMW, que a muito tempo usa e ousa dos faróis duplos assimétricos.

Mas na verdade é aqui que entra o furo de reportagem desta matéria: a cópia vem de uma “japonesa”.

Sim meus amigos, as tão criticadas “japonesinhas” que sempre copiam os modelos americanos, fabricando as famosas motos de plástico. Pois foi ela desta vez o alvo da cópia.

Claro que não é uma moto qualquer é uma Honda VTX 600 sub intitulada:

M o n s t r u a d a.

É amigos… é a Monstruada fazendo escola…

Nota – a Monstruada era uma Shadow 2001, da qual eu fui o customizador,  e “era” porque depois que eu a vendi para o Castrado, ela se foi nas mãos de gente que não presta, e provavelmente está dividida em algumas centenas de pedaços.

Azar o meu e sorte da Harley Davidson, pois com ela eu teria a prova viva para entrar com um processo de direitos autorais contra essa marquinha meia boca conhecida como HD.

Abraços

Seo Craudio

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Deuses da Guitarra

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Deuses da Guitarra, precisa de apresentação ?

Vamos lá, tem Santana, Eric Clapton, BB King, entre outros bons. Tá certo que são as “comerciais” mas mesmo assim está valendo.

Ainda tem JJ Cale com a clássica “Cocaine” e o Gerge Benson todo latino em The Gueto, mas a minha preferida é “One Bourbon, One Schotch, One Beer” com John Lee Hooker,  só essa para mim já vale o CD.

Para baixar clique aqui 

 Abraços

Seo Craudio

Minha primeira vez como um “Speedeiro” em uma R1

Na vida tudo tem seu dia, e o meu foi em um final de semana desses qualquer, não me lembro a data ao certo, mas sei que foi com uma Yamaha R1 [ou era uma Suzuki GSX ?] sei lá, só sei que resolvi ser “Speedeiro” pela primeira vez.

Estava de bobeira, e de repente me deparei com a oportunidade bem ali a minha frente. Conversei com a vendedora e depois de algumas dicas de como proceder e outras tantas palavras de apoio e encorajamento resolvi experimentar a coisa, em um digamos… test drive.

Ao subir na moto confesso que gostei muito, você fica em posição de homem bala pronto para voar [mas ficar muito tempo naquela posição não deve ser nada confortável] diferente do que estou acostumado com a minha custom.

Ligo a moto e de cara dou uma boa acelerada para fazer o giro subir e o ronco do motor aparecer – e também para botar banca – [ta pensando o que?] Não ia deixar a vendedora achar que eu era… cabação.
Depois, uma chacoalhadinha para sentir o peso da moto, fazendo a maior pressão mesmo, como se isso fosse um ritual que costumo sempre fazer antes de partir [sei lá… na hora foi o que me veio a cabeça].

Bati a primeira e… saí acelerando forte. A pista tranquila própria para acelerar sem medo, e logo depois de uma pequena reta onde eu já estava em 6° marcha, chega a 1 curva, leve por sinal, mas reduzi e a contornei sem problemas, [já suando de medo]. E aí vem a segunda curva e a terceira na sequência, e essa sim, digna de raspar o joelho coisa que não fiz, mas cheguei até a recolher um pouco com medo de esfolar minha calça.

Logo em seguida uma linda reta longa, onde pude enrolar o cabo e testar os limites da moto, ou os meus, fazendo com que tudo a minha volta desparecesse bem rápido, e tudo a frente aparecesse mais rápido ainda, exigindo muita concentração [e o coração quase pulando para fora]

Depois de 2 ou 3 voltas a conclusão é que o lance vicia, e você não quer soltar o acelerador; vira um serial killer do asfalto; um dependente químico; você quer vento; você quer ver o asfalto com faixa contínua; você quer mais e mais; mas com tanta velocidade e adrenalina o tempo também voou, e tive que parar, afinal para uma primeira vez achei que exagerei.

Ao parar começa a descer o suor, e mesmo após alguns minutos ali parado em cima da moto, eu ainda sentia o sangue fervendo nas veias, misto de medo com alegria, euforia e serenidade, uma loucura…

Enfim curti bastante, principalmente contando que foi a minha 1° vez num racha no Moto Race Challenge no Playland do shopping Morumbi, pena que a ficha era cara senão passaria a tarde toda “bancandando uma de Speedeiro”.

 

Abraços

Seo Craudio

CB 1300 Super Four – 4 Piréx

Foi com alegria que recebi o convite do Seo Craudio para escrever aqui no Cultura de Privada sobre a CB1300 Super Four, moto para a qual migrei há algumas semanas depois de passar um bom tempo com uma CB600F Hornet. Obrigado pelo convite, Duxo. Vamos aos fatos.

História
As origens da CBzona remontam ao final da década de 70: as linhas gerais (mecânicas e visuais) apresentadas pela CB750 Bol D’or de 1978 ainda estão presentes na atual CB1300SF S; entretanto, a X-4 (apresentada em 1997 no Tokyo Motor Show e produzida daquele ano até 2003) é quem tem o título de “mãe da SF” por já carregar o motorzão de 1300cc. Ainda naquele Tokyo Motor Show, foi apresentada a CB1300 Super Four com um motor derivado da X-4: o apelo do público fez com que ela começasse a ser produzida em 1998 e rapidamente se tornasse um sucesso de vendas.

Em 2003 ela sofreu a primeira atualização e ganhou o aspecto que carrega até hoje; de lá para cá, algumas melhorias foram feitas no modelo (lançamento das versões com ABS, uma “race” – a CB1300 Super Four Type R – para o mercado japonês, etc), mas sem alterar muito sua identidade: a versão 2008 mantém viva uma história de três décadas.

CB1300SF x CB600F
Com propostas bastante distintas, as CBs só têm em comum o fato de serem “Citizen Band”; de resto, diferem em tudo – e esse tudo foi o que me levou à troca. Para um observador desavisado, a CB1300 pode parecer uma Hornetona – e, na maioria das vezes, essa lógica explica a minha migração: o Piréx comprou a irmã maior da moto que ele já tinha. Ledo engano.

De proposta mais esportiva, a Hornet não oferece conforto algum ao garupa ou ao piloto (o que condiz com a sua proposta): o pouco peso, aliado ao motor herdado da CBR600F 1998 (que tem a faixa vermelha no contagiros entre 13000rpm e 15000rpm com pico de potência – 96cv – aos 10000rpm), faz dela uma moto urbana com uma veia esportiva.

O projeto da SF, por outro lado, privilegiou o conforto dos usuários – seja no bancão que parece um sofá, no motor que possui muito torque mesmo em baixas rotações ou nos 115cv (aos 7500rpm) que estão às ordens se o piloto quiser abusar. Com essas características, a CBzona se enquadrou melhor no meu perfil: a garupatroa anda confortavelmente, o seguro é acessível, o consumo é razoável e mesmo no trânsito da cidade ela se vira bem. Minha única ressalva era a existência dos amortecedores traseiros; com o passar do tempo, acabei me acostumando e no uso eles provaram que atendem muito bem à proposta naked/touring/muscle bike da CB1300: há várias combinações possíveis (pré-carga da mola, velocidade de retorno, etc) e as regulagens também estão presentes na suspensão dianteira. O painel, digno de elogios, é bastante completo: além das informações tradicionais, traz ainda temperatura externa, marcador de combustível, dois odômetros parciais, quilometragem diária, quilometragem regressiva, cronômetro, etc, etc.

 

Na estrada
A primeira motocada com a CBzona aconteceu durante o XI Mar&Motos de Tramandaí (RS), num percurso tranqüilo de aproximadamente 250km. Obedecendo o manual, fiquei sempre abaixo dos 5000rpm (3500rpm = 100km/h) e a média foi de 19km/l, mais ou menos o que a Hornet fazia (abaixo de 120km/h) com seus quatro carburadores:  sem enrolar o cabo, o tanque de 21 litros da CBZona rende uma autonomia de quase 400km.

Entre a primeira saída para a estrada e este artigo, aconteceu em Ivoti (RS) o 3º Aniversário dos Dinossauros do Asfalto: nas curvas da BR116, a CB1300 se comportou muito bem – mas quem tiver uma tocada mais esportiva vai precisar endurecer a suspensão; na volta, à noite, tive a impressão que o farol da CB ilumina menos que o da Hornet. No mais, a CBzona é espetacular (para quem tem um uso parecido com o meu) e – espero – veio para ficar na minha garagem.

 

 

Mais informações

Grande abraço!

Piréx

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Falando em cinema…

Em breve teremos um lançamento que promete ser mais um blockbuster.

Com produção Latrina Americana, o thriller conta com muita ação, suspense e aventura.

Baseado em fatos reais, o filme aborda de forma dramática um problema eminente : o equilíbrio da flora intestinal .

A Morte dos Lactobacilos Vivos – Live Lactobacillus Dead (título original) 

  

No elenco além do próprio Yakult, que atua em quase todos os papéis (inclusive os femininos) graças ao mestre das maquiagens, RICK BAKER que já levou para casa nada mais nada menos que seis Oscars® entre eles O Professor Aloprado.

O filme conta com a participação especial de Danoninho, no papel do filho idiota, e do mestre Iogurte,  ambos gentilmente cedidos pela Danone. Há rumores nos bastidores que a própria só autorizou a participação deles devido aos benefícios que obterá com o possível aumento das vendas do Activia, aquele do :

“cague em 10 dias ou seu dinheiro de volta”

Não perca este filme que com certeza vai mudar nossos hábitos.

Com o apoio cultural do SEYB – Sindicato das Entregadoras de Yakult do Brasil, em breve em um carrinho bem próximo de sua casa.

Abraços

Seo Craudio

 

Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembrança

Acabei de assitir “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembrança”.

Oscar 2005 de melhor roteiro original

 

Que filme!

Do roteirista Charlie Kaufman que escreveu o filme a partir de um poema e uma frase.

O poema – “Eloisa to Abelard”, 366 versos escritos por Alexandre Pope, escreveu ontem (1688-1744) :

“Feliz é o destino da inocente vestal

Esquecida pelo mundo que ela esqueceu

Brilho eterno da mente sem lembrança!”.

A frase – do filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900):

“Abençoados os que esquecem, porque aproveitam até mesmo seus equívocos”.

Com isso surge um filme sobre a relação homem mulher e a eterna paixão ou melhor, o desejo de que seja eterno. Justo o amor com suas complexidades, ortodoxias e antagonismos.

O filme retrata esse dualismo de forma magistral, colocando o amor e o ódio lado a lado, mostrando que sempre queremos ficar somente com lado bom, e esquecemos de tolerar ou ainda aceitar as coisas ruins ou as manias do “outro”, seja a calcinha pendurada na box do banheiro, ou a tampa do vaso levantada, pois afinal, isso entre tantas outras manias nunca é apresentado de cara.

Talvez no fundo, as mulheres querem o conto de fadas e o homem o conto de fodas (perdão pela expressão).

Enfim, uma obra para ver, rever e pensar ou melhor, repensar, afinal nada destrói o verdadeiro amor, pois sempre é hora de “re” inventa-lo.

Quer a trilha sonora ?

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É isso,

abraços

Seo Craudio

Wild? Hogs

Abraços

Seo Craudio

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Pensamento do dia, ou da noite

 “Pelea por lo que queres

 Y no desesperes

 Si algo no anda bien hoy

 Puede ser un gran dia

 Mañana tambien. “

                       J.M. Serrat

 

Abraços

Seo Craudio

São Francisco do Sul – um sorriso de cidade

A definição “um sorriso de cidade” faz jus à São Chico como é carinhosamente chamada.

São Chico é daquelas cidades que a gente chega e parece que os relógios pararam. Banhada pela Baía da Babitonga e rodeada de outras tantas ilhas e está localizada a apenas 50km de Joinville.

Tombada, é a 3° cidade mais antiga do Brasil, descoberta pelos franceses mas colonizada pelos portugueses tem em seu centro histórico casarões com mais de 100 anos.

Com muitos pontos turísticos como o Mercado Publico Municipal construído em 1896, ou o Museu Histórico, como uma das mais antigas construções da ilha datada do final do século XVIII, onde já foi a  Câmara dos Vereadores e a  Cadeia Pública servindo de prisão a lideres revolucionários por ocasião da Guerra do Contestado. Tem ainda o Museu Nacional do Mar, primeiro do gênero no Brasil, inaugurado em 1992, formando um conjunto de núcleos dedicados a pesquisas de acervos, incrementando, valorizando e divulgando a cultura ligada ao mar. Em seu acervo consta a embarcação a remo PARATI I, doada por seu proprietário, o navegador Amyr Klink, que a utilizou na sua histórica travessia do Atlântico em 1984.

Tem ainda o Forte Marechal Luz localizado ao norte da ilha, a Igreja Matriz Nossa Senhora da Graça, que tem como curiosidade a argamassa utilizada na construção composta de cal de concha, areia e óleo de baleia.

E tudo isso pede caminhas sem fim pelas ruas estreitas de paralelepípedo, onde pode-se do nada deparar com, por exemplo, uma aula de chorinho, ou ainda sentar para tomar uma cerveja ou um cafezinho ouvindo as histórias dos moradores que nos tratam sempre com sorriso aberto, nos deixando a vontade, alias com vontade mesmo… vontade de não vir embora.

Abraços

Seo Craudio

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O encontro bombou… e São Chico tremeu…

Beirou a perfeição.

Choveu na serra, ventou para caramba, o frio cortava, a cidade toda parada, o bar era pequeno se entrava 1 tinha que sair dois, MAS ESTAVA TUDO MARAVILHOSO.

Esse foi o resumo, o que só constata que o calor, a alegria e a vontade de estarmos juntos supera qualquer coisa.

Veio gente de vários cantos, de Porto Alegre, do Rio de Janeiro, de Curitiba, do interior de São Paulo, do centro de São Paulo, veio gente até da Bahia 🙂 e claro a galera de Santa Catarina.

Para o bonde Caipira II ao qual eu fazia parte, a ida demorou 14 horas para rodar os 805 km.

No bonde Rornete e Gi, Danucho e Paulinha, Parmito e Sandra, Castrado, Marquinho e Alexandre.

Tocamos na boa com velocidade na faixa dos 110 120 km/h, apesar do feriado prolongado as rodovias que nós cruzamos estavam bem tranquilas e o caminho já era conhecido, ou seja acelera que tá longe.

O frio nos acompanhou mas ele chegou mesmo foi entre Ponta Grossa e Curitiba, e logo depois a garoa deu lugar a uma chuva fina e chata na descida da serra, e assim foi até chegarmos em São Chico.

Chegamos em São Chico congelados e com alguns problemas: a moto do Alexandre uma CB 1300 ferveu devido a um vazamento no meio do radiador; e a moto do Dinho estourou a corrente  a míseros 3 km do posto de gasolina na entrada da cidade.

Com as coisas resolvidas partimos para um banho quente para logo em seguida cair na farra, e aí meu amigo… a coisa esquentou e muito até as 3 da madruga.

Sexta-feira o dia amanhece chuvoso, mas as 10 horas já tinha gente com latinha na mão.

Alguns aproveitaram para conhecer a cidade, outros para almoçar e depois descansar, e outros eu incluso, ficaram no boteco, comendo risolis de camarão e tomando cerveja.

A noite era de gala, e todos de uniforme, a camiseta da lista, partimos para devorar o jantar, com peixinhos, camarão ao catupiry, estrogonofe de filé e mais… cerveja, tudo bem simplinhos mas feito de coração.

De lá rumo ao bar mais agitado da cidade, um bar gay, mas bem apropriado para aquele monte de barbados vestidos de couro… 🙂   “tipo assim… motoqueiro malvadão”.

Sabadão era dia de partida e para a felicidade o dia amanheceu limpo com o céu azul, revelando a baía da Babitonga toda maravilhosa convidando para ficar…

Mas nem tudo é perfeito e alguns tiveram que partir logo cedo, outros resolveram dar uma motocada pela serra da Dona Francisca, serra linda que liga Joinville até Mafra, outros foram visitar os pontos turísticos da cidade, sabe como são esses Iraquianos… não podem ver um canhão…

e alguns outros cederam aos encantos da cidade e aceitaram o convite.

Ficamos lá sentados a beira da baía bebericando e já relembrando como foi bom o evento, e de como NÓS AMAMOS TUDO ISSO.

A noitinha jantar mais tranquilo na Choperia Solar da Beira, ali o grupo já bem menor coisa de 16 pessoas. Mais histórias, mas lembranças, mais risadas e os planejamentos para a partida do dia seguinte.

Domingão, café da manhã bem cedinho, e as 8 em ponto partimos de volta rumo a C.U., eu e Vera, Dan e Paulinha, com as motokas reluzentes loucas por asfalto.

O dia quase perfeito não fosse a sensação térmica de 5°C, ou menos, do resto, acelera que tem muito chão.

Fizemos os 805 km em 10 horas, com uma motocada muito gostosa onde o asfalto corria rápido por debaixo das motos.

Chegamos felizes e congelados loucos para celebrar com um bom vinho Chileno acompanhado de um delicioso filé a parmegiana… humm, o milagre dos Deliverys.

Foi assim que passamos esse feriado de 1° de Maio, andando de moto, abraçando os amigos, namorando, bebemorando, assim como a vida pede e é sempre assim quando os amigos se encontram… as coisas trememmmm nem que seja de frio.

abraços

Seo Craudio

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