Suzuki Boulevard M800, ou simplesmente Kamila, por Enoque

Afinal, o que ela é?

 

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A primeira vez que a vi nem lhe dei muito crédito. Afinal minha intenção era comprar uma de estilo bem clássico, para lamas baixos, guidão bastante retorcido. Nada em sua modernidade me atraia. Claro, foi apenas uma foto de propaganda, mas aquele estilo meio Custom, meio Cruiser me incomodava. Quem iria gostar de uma moto que não sabe o que é? Foi à única vez que tive esta impressão, nunca mais. Não foi necessário mais que uma breve olhada a pouco mais de dois metros de distância para que eu me apaixonasse. Tocá-la em suas partes negras e sedutoras, apertar seus manetes, acomodar-me sobre seu banco, tudo me levava a crer na aventura que eu iria viver até este momento de minha vida. Não demorei mais que o tempo que levou mouse da propaganda do Unibanco para me decidir, nem precisei de pesquisas ou entrevistas. Na hora mudei de idéia, quanto a  clássica, queria uma 800, queria modernidade agora, queria uma Boulevard M800.

Sonhando acordado

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Os dias seguintes foram de ansiedade, mas contidos afinal não desejava que o pessoal a montasse sem ter o amor que eu iria lhe dedicar. Pacientemente esperei até que me ligaram informando que a menina estava pronta para mim, pronta para a estrada pronta para minha vida. Nascia a Kamila, nascia uma paixão.

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Foi uma noite de plena ansiedade afinal os dias seguintes me levariam a uma viagem de, pelo ao menos, três mil quilômetros. Eu, Cristina e a novíssima Kamila. Uma aventura e um verdadeiro teste que comprovaria minhas suspeitas. Ela foi realmente feita para a estrada. Tudo em sua estrutura foi feito para ser uma Cruiser, estradeira no melhor sentido. Seus pneus largos e firmes, seu torque potente, sua potencia constante. Sua visibilidade e, principalmente, sua beleza. Seria uma rainha desfilando pela Fernão Dias e Br116/BR 101. Dia seguinte apresento a meninas aos amigos de campinas. Claro, badalação a torto e a direita. Claro que, como amante orgulhoso, deixava que a tocassem, com carinho, com simplicidade e com curiosidade. Mais um dia e iríamos pegar a estrada. 

A hora da verdade

Dormir, quem me dera ter sono para dormir? Cedo, sei lá umas quatro ou cinco horas acordo Cristina. Vamos embora que a Kamila ta me chamando para queimar pista. Vamos nessa. E, lá vamos nós, cheios de vontade de rodarmos os três mil e poucos quilômetros que nos separavam de casa, do sudeste ao nordeste brasileiro. E, lá vamos nós com a mais nova integrante da família. E, lá vamos nós de retorno para casa após sessenta dias em Campinas. Saudades ficam, saudades me levam, vou para casa.

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Primeiros quilômetros… Puxa que máquina!!! Silenciosa sem deixar de lado aquele barulho de uma moto grande. Potente para me fazer avançar perante caminhões e carros. Forte o bastante para impor respeito nas ultrapassagens, bonita o bastante para atrair multidões. De inicio os guidões me preocupavam. Pareciam curtos demais. Será que não era por causa de minha posição de montaria? Tentei me aproximar mais do tanque. Na verdade, a necessidade de me manter próximo a Cristina me fez acreditar que a distância para o guidão era excessiva. Que nada. Já me falaram que a troca do guidão original pelo da Drag Star melhoraria a condutibilidade.  Não acredito nem quero tentar.  Descobri como me fazer feliz na distância certa. Os primeiros quilômetros, claro, de mansinho. Estou amaciando o motor da menina. Por enquanto vamos observar as recomendações da mamãe japonesa. Vamos devagar.

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O torque e a potência da menina me iluminam. Claro, é uma Cruise/Custom ou será uma Custom/Cruiser. Não ela é realmente uma Cruiser. Não é nenhuma Racing ou Touring ou mesmo uma Naked aditivada, mas para este estilo de moto, para esta cilindrada, para este peso, para este design, me pareceu uma surpresa seu conjunto torque/potência. Claro, eu ainda estava nos primeiros quilômetros e, ainda na observação do manual. Por vezes enfrentei estradas típicas brasileiras e, por vezes banquei o ioiô para tentar fugir dos buracos brasileiros típicos de nossas estradas. Em todas, ela foi ágil, em todas, ela foi leve e fácil de manobrar. Nenhum furo de pneu, nenhum problema com suas lindas rodas. Nada nos seus primeiro três mil quilômetros de vida. Aliás, tudo, tudo de excepcional.

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25 mil em menos de um ano

Passados os primeiros quinze mil quilômetros, em dez meses de vida, já com seu motor amaciado, ainda havia um ultimo teste a ser feito. De novo São Paulo. Agora mais de sete mil quilômetros, agora, apenas eu e ela. Uma visita a amigos de Sampa e uma nova oportunidade de testá-la na estrada. Um roteiro que incluía Maragogi em Alagoas; Ilhéus na Baia, Bom Jesus da Lapa, na Baia; Brasília no Distrito Federal; São Paulo e o retorno a Natal.  Às vezes retas longas, às vezes buraco mais conhecidas como panelas, às vezes plano, às vezes íngreme, quando não quente, sempre fervendo. De tudo testei: pilotagem, consumo, peso, beleza, barulho. Nem o escapamento ‘escapou’ de ser testado. Que o digam as cicatrizes dos primeiros quilômetros, que o digam as marcas de estrada remanescentes de suas viagens. Tudo aprovado. De novo nenhum problema mecânico, nenhum pneu furado. Apenas uma solda em seu protetor de moto, peça não original.

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Em menos de um ano de vida a menina já andou mais de vinte e cinco mil quilômetros. Se ela gostou, claro. Vive me pedindo para repetir a dose. Não pode ver uma estrada que já se mostra faceira, com seu ronronar típico de uma aceleração constante. Pneus, neste período, apenas uma troca para o traseiro. Surpreso, mas não incompreensivo, afinal não foram vinte mil quilômetros, apenas. Foram vinte mil quilômetros de estrada. E não foram apenas pistas boas como as São Paulinas com suas três ou quatro faixas, todas bem recapeadas. Foram, em sua maioria, estradas nordestinas de mão única, dividas por treminhões comedores de asfalto e construtores de buracos.

O que mudou em um ano? Uma bolha. Não por tanta carência, muito mais pelos insetos. Claro, o consumo melhora se você não tem seu peito servindo de muro para o vento. Consumo de uma moto de seu porte, nem mais nem menos. Para uma autonomia de pouco mais de duzentos e cinqüenta quilômetros, dependo de como você a acaricia, ela bebe entre quinze e vinte e cinco litros por quilômetros. Variável tanto quanto minhas necessidades de h2o ou h2alcool.  Sabendo como acariciá-la melhor ela sabe responder no consumo. Sabendo como apertá-la melhor ela sabe como responder na velocidade, ou na retomada.

Uma moto incrível, mas vão dizer não é uma isso ou uma aquilo. E quem quer que ela seja. Ela é única. Alias, não é tão única porque suas irmãs, tanto brasileiras quanto estrangeiras lhe parecem gêmeas. Experimente viajar mil quilômetros e ter vontade de voltar na mesma hora que chegou? Use uma Boulevard M800 para isso. Você não precisa de outra moto. Aproveite e deixe esta marca em sua pele.

Pena que quem a revende não é merecedor de tantos elogios. Tive poucos problemas com sua montadora, fui feliz. Apesar de poucos foram sérios. O retentor do cardã parecia querer me deixar decepcionado. Resolvido, apesar do estresse. Mesmo assim fatos me lembraram o país onde vivo e as instituições com quem transaciono. Deixa prá lá, afinal nada me fará deixar de amar minha menina, linda negra, Kamila.

Enoque

enoquepaulino@yahoo.com.br 

* Veja tabela comparativa entre a Boulevard M800 e a Midnight Star 950 aqui

 

Suzuki Boulevard M800 – Ficha Técnica 

Cilindrada 805 cc

Diâmetro e curso 83,0 x 74,4 mm

Taxa de compressão 9,4 : 1

Transmissão 5 velocidades

Sistema de transmissão Via cardã

Sistema de lubrificação Cárter úmido

Alimentação Injeção eletrônica

Ignição tipo Eletrônica digital

Sistema de partida Elétrico

Comprimento total 2.370mm

Largura total 920mm

Altura total 1.125mm

Distãncia entre eixos 1.655mm

Distância do solo 140 mm

Altura do assento 700mm

Peso seco 247 kg

Suspensão dianteira Telescópica invertida de amortecimento hidráulico

Suspensão traseira Balança de monoamortecimento hidráulico, tipo link regulável

Freio dianteiro Disco ventilado com acionamento hidráulico, mordido por pinças deslizantes de 2 pistões

Freio traseiro Tambor de 180mm diâmetro, de acionamento mecânico com sapatas expansoras internas

Pneu dianteiro 130/90 – 16 m/c (76h) sem câmara

Pneu traseiro 170/80 – 15 m/c (77h) sem câmara

Tanque de combustível 15,0 litros

Óleo do motor 3,4 litros com troca de filtro

Potência máxima 55 hp à 6.500 rpm

Torque máximo 6,7 kgf.m à 5.000 rpm

 

 

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36 responses to “Suzuki Boulevard M800, ou simplesmente Kamila, por Enoque”

  1. Piréx says :

    Êita que agora até deu vontade de comprar uma M800…

    Parabéns pelo relato, Enoque!

    Abraços,

    Piréx

  2. Luiz Galvao says :

    Meu Imao,
    So nao gosto do consumo de 15 a 25 litros por km.
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Sei da tua paixao por Kamila devido sermos amigos de perto.
    GOSTEI!!!!!!!!!!!!!!
    Um grande abraco.

    Zulu

  3. Soares says :

    VALEU ENOQUE, V. CONSEGUE DESCREVER EM SEU RELATO O QUE REALMENTE É ESTA GRANDE MOTO, QUE COMEÇA O OCUPAR LUGAR DE DESTAQUE ENTRE AS CUSTONS.
    ABRAÇOS
    SOARES
    MC ÁGUIAS DO AGRESTE.

  4. cadastro says :

    Xou

    Se o dono do blog ainda tinha dúvidas, acho que agora nao mais… rsrsrs

  5. mauricio says :

    REALMENTE, O RELATO É IMPRESSIONANTE! UM ABRAÇO A TODOS.

  6. ENOQUE says :

    AÍ “NOQUÃO”, ALÉM DO NOME DESCOBRI COM TEU RELATO, Q TEMOS MAIS UMA EM COMUM, A TEMPOS VENHO PENSANDO EM UMA BOULEVARD, TENHO UMA SHADOW 600, RELUTO BASTENTE PQ ELA SÓ TEM ME DADO ALEGRIAS, POREM O SEGURO É MUITO CARO. AGORA ACHO Q FICOU MAIS FÁCIL. VALEU, MUITO BEM RELATADO.

  7. Marcelo "Begerron" says :

    Belo relato Enoque.
    Também sou um feliz proprietário de uma BM800.
    Um espetáculo de motocicleta.
    VC já deve ter me visto lá pelo BOG (Boulevard Owners Group).
    Parabéns !!!

  8. FERNANDO WARICK says :

    enoque parabens pelo seu relato , tb sou feliz , mas ainda nao tive a oportunidade de viajar com a minha ano 2007/08,
    ando muito no transito de sao paulo , e te falo uma coisa , nao vi motocicleta desse porte e estilo agil como a boulevard no louco transito de sampa .

  9. FERNANDO WARICK says :

    SE ALGUEM TEM DUVIDAS PARA COMPRAR UMA BOULEVARD , ESPERO QUE ACABE AGORA

    ! ESSA E A MOTOCILCETA !!!!!

  10. Vinicius Andrade says :

    Opa!
    Tb dou desses apaixonados pela M800.
    Moro no Rio de Janeiro e já coloquei a minha para ir até recife e pra sampa.
    Tenho a menos de 6 meses e já rodei 12mil km. Acho que se continuar assim chego aos 25 em um ano huAUHaHUhuahua

    Seguinte, me tira uma dúvida se puder.

    Notei que minha moto na viagem pra são paulo, estava boba nas curvas. Se fizer devagar ela vai na boa, mas passando dos 130 ela já não faz mais curva, basta começar a deitar ela que o guidom começa a balançar e ela fica toda solta, quase levei uma queda e ai passei a ter que ir lento mesmo nas curvas mais abertas.

    Estou achando que é algo na roda, balanceamento? Empedana?

    Alguma sugestão? É normal isso? Da moto mesmo? (acho que não)

    Abs

  11. jose says :

    Parabens Enoque muito interresante os relatos da compra até as estradas , tambem sonho em ter uma Boulevard m800 , mas por enquanto meu bolso nao permite , vou ficando com minha yamaha Fazer por enquanto , nas mesmas estradas !!! felicidades .

  12. Jose carlos says :

    Parabens Enoque muito interresante os relatos da compra até as estradas , tambem sonho em ter uma Boulevard m800 , mas por enquanto meu bolso nao permite , vou ficando com minha yamaha Fazer por enquanto , nas mesmas estradas !!! felicidades .

  13. Boss says :

    Parabéns Enoque!
    Confesso que me apaixonei pela moto a primeira vista também e fiquei louco para comprar uma, mas estava meio na duvida sobre a moto, e após ler o seu relato sobre sua preciosa Kamila, minhas duvidas acabaram… vou comprar minha Boulevard M800. Quem sabe a gente se encontra por estas estradas a fora deste nosso querido Brasil. Fica com Deus.

  14. Dioncoca says :

    Voce expressou de uma maneira simples e objetiva exatamente o que eu sito pela minha m800. PARABÉNS ! A moto é isso tudo mesmo, e muito mais…

  15. Jo.Oliveira says :

    Parabéns, é um relato emocionante. Quantos de nos companheiros de uma M800 já não se sentiram assim ….Apaixonados, só não soubemos transcrever isso tão bem.
    Abraços.

  16. Jorge Jardim - Acre says :

    Muito legal seu relato emocionante!

    Parabéns, nada melhor que a próxima Moto para você ver que existem a próxima, veja a Nova M800 no site da Suzuki Americana.

    Uma Máquina!

    Uma Moto.

    Abraço!
    JJ

  17. AROLDO FÁVERO - SINOP -MT says :

    Enoque,
    Gostaria de informar a você e a todos do blog que seu relato me ajudou muito a decidir em comprar ou não a M800. Adivinha? Comprei e fiz o primeiro teste de estrada hoje. Simplesmente maravilhosa. Comprei a minha ano 2007 com 2.300 km, rodei hoje 155, tempo nublado na ida, chegando a 170 km/h com segurança, somente para conhecer o equipamento, não quis forçar mais tendo em vista a km baixa e o amaciamento do motor. Velocidade de cruzeiro 120 km/h. No retorno pegamos muita chuva e a velocidade de cruzeiro logicamente baixou para 80 km/h. Média do percurso 17,93 km/l (com gasolina podium). Com relação ao comparativo com a Midnigth, na minha opinião a M800 tem um visual muito diferenciado e mais esportivo, ou seja não tão clássico e o meu preferido. Acredito que este conceito irá mudar no Brasil, haja visto já a mudança da Yamaha com relação a drag star x midnigth. A midnigth já não é tão clássica. Como não comprei a minha para longas viagens e irei usá-la mais na cidade, já fiz algumas alterações, como retrovisores, remoção da placa para lateral, subtituição dos piscas originais por piscas menores com led e lente cristal, remoção do banco traseiro, escape jj halley e guidon halley wing, para mim ficou quase uma chopper, simplesmente linda. Abraços a todos e simplesmente recomendo a M800.

  18. paulo mota says :

    Enoque,
    Adorei o seu depoimento, mas gostaria de saber qual moto é mais interessante e eficiente, a refrigerada a ar como a midnigth ou a boulevard refrigerada a agua, alguem poderia me explicar e dirimir esta dúvida?

    • Seo Craudio says :

      Grande Paulo,
      Obrigado por visitar o “cultura de privada”.
      Acho que aqui vai uma questão de gosto mesmo. Sempre achei ruim a refrigeração a ar. Claro que, uma vez que o fabricante desenvolve um produto com essa característica, significa que funciona e que não teremos problema. No entanto eu prefiro as motos refrigeradas a água/óleo, uma pois quando usada em trafego intenso ela a moto, esquenta menos. Segundo um amigo, o Mamute, que teve uma Midnight no trânsito de Sampa as pernas ficam bem quente, e considerando nosso verão acho que é um ponto a ser considerado na hora da compra, vai depender do tipo de uso que você fará da moto.
      Abração
      Seo Craudio

  19. julio baraldi says :

    Obrigado a todos pelas informações, vou com a m800 !

    Obrigado!

  20. kleyton carneiro caetano says :

    NOSSA, QUE TEXTO MARAVILHOSO.

    ESTOU PEGANDO UMA M800 (PRETA/LARANJA), A MIXIRICA, NA PROXIMA SEMANA, E ESTOU COM ALGUMAS DÚVIDAS A RESPEITO DO AMACIAMENTO, SERÁ QUE VOCE PODERIA ME DAR ALGUMAS DICAS?

  21. Glauce says :

    Show. Paixão à primeira vista. Nosso sonho, meu e de meu esposo. Devemos conquistá-la em breve. Pensamos se não seria um passo muito grande para as nossas finanças, sair deu ma chinesinha 250´para a “Boula”. Mas depois de ler seu relato tenho certeza que o $$acrifício$$$ valerá a pena.
    A gente se vênas estradas.

    Glauce e Luís – Kadoshi MC – RJ

  22. José Roberto Vieira Jr says :

    Prezados, Boa tarde. Antes de mais nada, queria parabenizar o Enoque pelo relato. Ótimo. E Seo Claudio também… lendo o relato de vocês, saí a caça de uma “Boula”, mas admito fiquei balançado quando via a “mid”. Sou de Campos/RJ ( quente pra caramba) mas moro em Porto Velho e aqui quando faz calor é de rachar cuíca. Algumas coisas me deixaram em dúvida. a) preço de peças: Li em algum lugar que o pneu traseiro da Mid só vem pra ela e ele aqui é R$ 1200 pila! Sem falar em pastilhas e demais peças de reposição e o danado do seguro, que é mais alto que a boula. Além da questão da refrigeração. Andei nas duas e não consegui (pouco tempo) detectar o aquecimento em nenhuma das duas. Mas ando lendo que a mid da uma assada na perna (tipo a 650 da kasinski!!)
    Andei numa Boula “vascaína” e to apaixonado embora acho que a black seja mais meu estilo… Um abraço e continuem ajudando esses leigos como eu na vida “custom” de ser…

  23. mero says :

    Valeu meu camarada.
    Estava com duvida,agora ja decidi em comprala. valeuuuuuuuuuuuu.
    Logo mais si veremos nas estradas desse Brasil a fora. Valeu

  24. Márcio L. F. Valle says :

    Quando vi i esta moto, foi paixão a primeira vista.
    Gostei muito do seu relato, pois estou comprando uma pretona linda.
    Minha única dúvida é a posição de pilotagem. Será que não cansa em longas viagens? Eu tinha uma virago sete galo. Nela eu viajava 1000 km, e como você disse, dava vontade do voltar em seguida, ou seja, não me cansava.
    abracos Márcio

    • Seo Craudio says :

      Márcio, para quem é do mundo custom a Buleva é uma moto excelente, com bons amortecedores e com o banco original de bom tamanho e macio. Ela “veste melhor” se você tem mais de 1,70 de altura, menos que isso, que é o meu caso, em longas viagens pode causar dores nas costas devido ao guidon ser um pouco para frente.
      Veja bem, eu sou o Seo Craudio, quem escreveu o texto, foi o Enoque, que tem mais de 1,70…rs
      Abraços e obrigado pela visita
      Seo Craudio

  25. Ado Alves says :

    Acabei de comprar uma boulevard zerada não cvejo a hora que ela chegue deixei minha shadow 600 , saudade vamos ver!!!!!!!!

  26. Emilio Piracicaba/SP says :

    Prezados eu retornando ao mundo em duas rodas e agora buscando uma moto de porte bom e confortável. Já pesquisei a Shadow 750, a Mirage 650 e agora lendo as informações sobre a Boulevard M800. Com as dicas acredito que posso comprar de olhos fechados uma “buléva” aqui em Piracicaba/SP tenho em vista uma 2008, preta, baixa km e só com um risco no lado esquerdo tanque. Além claro de uma zero. A diferença de valor é pequena. Grato Boulevard Group!!

  27. Walmir says :

    Parabéns Enoque, pelo relato sobre a M800. Comprei a minha faz 3 meses…. tenho 51 anos e pareço uma criança que ganhou um autorama (quando eu era criança, era o maior sonho da mulekada). Nos primeiros dias, minha esposa ficou preocupada que eu trouxesse a moto para o meu quarto…. kkkkkkkkkk…. mal sabe ela que só não trouxe porque não coube no elevador…. kkkkkkkkk. Ainda mantenho a minha Falcon para o dia-a-dia… mas no final de semana, tiro a capa da M800 e daí é só alegria. Achei fantástico o seu relato porque revela de uma maneira muito real, o que ter e pilotar uma M800.
    Abraço à todos!

    Walmir

  28. Julio says :

    Nossa.. eu estou aqui namorando uma M800, com esse relato eu me arrepiei.. .logo logo se Deus quizer estou com uma.. e pretendo também viajar por ai a fora. Td de bom Amigo que Deus lhe ilumine.

  29. ENOQUE,', says :

    BOA NOITE MEU NOME É ENOQUE ROCHA CHAGAS E UM CLIENTE MEU TINHA PERDIDO O MEU CONTATO E RESOLVEU PROCURAR PELO GOOGLE… E PARA A SURPRESA DELE ENCONTROU VARIOS ENOQUE E ELE FICOU ENCANTADO E VEIO ME CONTAR SUA FOTOS DE VIAGEM … QUE POR SINAL SÃO LINDAS PARABENS ABRAÇOS ( NOS VISITE MOTO CLUBE J.E.P.(Jesus entre os povos) em Itapevi SP.) ENOQUE,’,

  30. Seo Craudio says :

    Obrigado pela visita Enoque. O Enoque em questão mora em Natal Rn.
    Grande abraço e continue acompanhando o blog.

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  1. Midnight Star 950 x Boulevard 800 « cultura de privada - 13/09/2009

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