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Tá com fome ?

Pois então, muita coisa para fazer e pouco tempo para escrever…

Enquanto isso, vou colocar aqui mais um vídeo da viagem…

Tá com fome ?

Aposto que vai ficar.

abraços

Seo Craudio

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Momentos Bizarros

Nem tudo foi perfeição na viagem…

Abraços

Seo Craudio

Eu tô voltando para casa…

Bem, depois de tanta poesia, “caímos” na dura realidade da BR 101, que nem merece comentário.

Tocamos sem pensar muito até Camboriú, que por sinal eu não conhecia e gostei muito. É tipo um “Guarujá” mais arrumado, mais arejado, ou não, sei lá.

A essas alturas, confesso que estava ansioso por chegar em casa ( e para terminar essa história aqui no blog também, eu sei vcs agradecem 🙂 ) e se pudesse, viajaria a noite toda só para reencotrar com meu travesseiro…

Sábado, penultimo dia das férias, eu tinha certeza que chegaríamos em casa. Ledo engano, esqueci da meleca que é a Serra de Curitiba e pior esqueci até de Joinville, que como diz a piada: para chegar em Joinville, depois de Camboriú vire na primeira chuva a direita.

Dito e feito.

Garoa fina + frio + pista lisa + caminhões = atraso de mais de 2 horas para chegar em Curitiba onde Rava e Zappa já estavam cansados de comer esfiha no Habib´s, mas como bons irmãos de brasão, comeram mais algumas conosco e nos deixaram na boca da estrada de Apiaí. Rota alternativa para fugir da BR 116, outra que não merece uma linha. 

A BR 476 que liga Curitiba a Adrianópolis e depois Apiaí onde muda para SP-205, tem um asfalto muito bom e a estrada é uma viagem por si só. Toda sinuosa com vegetação intensa e muitas montanhas, e grande parte da viagem percorremos na “crista” delas com uma visão ímpar do horizonte sem fim, mas que devido aos atrasos, toda essa beleza quase que passou desapercebida.

E assim repensamos e resolvemos parar em Capão Bonito (a 200 km de casa) já quase 9 horas da noite, pois estávamos exaustos e estressados.

O legal disso, é que como já prevíamos que atrasaríamos e que a parada em Capão seria a solução, o grande amigo Rornete resolveu ir até lá para passar a noite conosco e efetuar o resgate do trajeto final. Muito legal isso.

Domingo, último dia das férias, 200 últimos quilômetros, muita ansiedade de chegar, última parada para abastecer, e assim tocamos forte, com sede e com fome de chegar.

Em casa minha família ali, também ansiosos para nos abraçar e quando chegamos uma surpresa: fomos recebidos com fogos de artifício, parecíamos que tínhamos ido ao Alasca tamanha a festa. Abraços intermináveis, beijos, mais abraços…

e para coroar outra surpresa: um almoço para lá de especial, algo bem brasileiro… feijoada.

E ali na mesa com todos reunidos, saboreando aquela deliciosa feijoada, acompanhada de uma boa cachaça, ficamos contando histórias, relembrando a viagem, o tudo de perfeito que foi, e o melhor, que era estar de volta para casa junto de meus pais e meus irmãos mais meu filho e poder contar tudo o que foi.

Enfim, foram 23 dias na estrada, e como não sou bom com números nem detalhista para isso, não irei nunca me aprofundar nisso, mas uma coisa eu sei: ficamos pelo menos uns 8 mil quilômetros mais felizes.

Vera, Mad e Jane: só tenho a agradecer por passar tanto tempo junto de vocês comungando do mesmo prazer.

Valeu,

Abraços

Seo Craudio

Enfim as belezas do Brasil – Taim, Serras Gaúchas e Serra do Rio do Rastro

Atravessando a fronteira, muito feia por sinal, 30 km depois somos agraciados com a Estação ecológica do Taim.

Com área de 32.000 ha, local por onde passam várias espécies de animais migratórios vindo, imaginem, da Patagônia, entre eles, aves aquáticas como o mergulhão, peixes e animais silvestres, como jacarés, lontras, capivaras, ratões-do-banhado, além de lobos-marinhos.

Para rodar os 30 e poucos quilômetros da estrada que corta o parque levamos mais de 1 hora, de tanto vai e vem, para para observar o pantanal, ou mesmo para ouvir o silêncio, e as vezes até dava para tirar foto de algum animal.

Rodamos o dia todo, parando em Pelotas para fazer uma mini revisão nas motos, e acabamos dormindo em Camacuã.

No dia seguinte, a idéia era encontrar com a galera de POA, mas acabou que só o casal Furer pode nos acompanhar em um delicioso almoço em uma cantina italiana a beira da rota romântica no pé da serra.

Almoçados, nos despedimos e partimos firme e contentes para encarar as deliciosas curvas das serras gaúchas. Que saudade de fazer curva, de reduzir a marcha para encarar uma forte subida, ou entrar forte na curva contanto apenas com o freio motor, que saudade de raspar as pedaleiras nas curvas que alem de perfeitas contavam ainda com um asfalto impecável. E tudo isso tinha uma explicação, pois na Argentina e Uruguai, tudo é plano, e as rutas quase sempre uma reta sem fim…

Agora não, tudo era diferente, lindos túneis formados pelas copas da rica vegetação local, e diante de tanta curva, a Jane estava quase tomando Dramim…, mas para quem rodou tanto até agora não ia ser justamente no Brasil que ia amarelar, e para ajudar a esquecer as curvas, um fato maravilhoso: o encontro com o irmão SombreroS, Pilão, que estava em mais uma de suas expedições pelo Brasil afora (ou seria a dentro?)

Quanta alegria. É muito gostoso encontrar com amigos, aí soma-se 20 dias fora do país, e no mesmo dia, já era o 3° que dividia essa alegria com a gente. E assim rodamos juntos até Lages para começar a tentar contar um pouquinho da viagem.

Dia seguinte, o destino era ela : Serra do Rio do Rastro, agora de cima para baixo. E teve até o ritual da cueca… mas essa é outra história…

A estrada que liga Lages até São Joaquim, é perfeita, uma verdadeira, se não a mais verdadeira BUCOVICINAL, com um asfalto também em excelente estado, toda a paisagem ao redor é maravilhosa.

Conforme nos aproximávamos do mirante da serra, a neblina ia tomando conta de tudo. E ao chegar outra grande alegria, o amigo Membro ali de pé, duro, firme e congelado, nos esperava com um sorriso largo e um forte abraço. Não é todo dia que a gente tem a oportunidade de ir abraçando o Membro…

Mas enfim nem tudo era alegria, pois a serração invadiu toda a serra. Para a Jane que era a primeira vez lá, era nítido sua cara de decepção, uma uta sacanagem…

Bem, o que não tem remédio, remediado está. Então nada de cara feia e vamos é curtir o frio, tirar foto, conversar, e quem sabe uma hora a coisa muda…

E de repente, como se fosse um sopro divino, e foi, a serração foi-se embora, desnudando toda a magnitude e beleza que a serra do Rio do Rastro tem.

Descemos a serra como se ouvíssemos blues: devagar e compassado, e vez ou outra com uma breve parada.

Um filme rodou em minha cabeça; depois de tudo percorrido, já quase perto de casa (perto sim, já tínhamos rodado 7 mil km, mais 1000 não era nada), e nós ali na serra, que é parte importante da minha vida em duas rodas… mas isso é outra história.

O bonde seguiu até Braço do Norte onde mais um amigo, esse é infalível, estava lá para nos dar mais um abraço e nos desejar boa viagem, o Grande Bonelli, pena que foi tudo muito rápido, mas o tempo corria e já era sexta-feira…

Em tubarão o bonde voltou a formação original, pois Pilão e o Membro retornaram para Braço do Norte, e nós seguimos com o pensamento de rodar até onde der.

Abraços

Seo Craudio

Colonia del Sacramento – Montevideo – Punta del Leste – Chuy

Pois então, era dia de atravessar fronteira. Passagem na mão só alegria.

Um fato ocorrido em Foz do Iguaçu. Conhecemos dois irmãos que estavam indo atravessar as cordilheiras pelo deserto com duas XTs zeradinhas. E olha a coincidência, nós os reencontramos no buquebus, muito legal, pois ficamos trocando figurinhas… ah essa eu tenho, essa não legal hein…

Chegamos em Colonia del Sacramento a noite, e corremos procurar um hotel, que por sinal era bem legal, com uma super piscina aquecida, uma delícia para relaxar para depois cair no sono…

Pela manhã agora com mais duas motos seguimos rumo a Montevideo pela ruta 1.

Na paradinhas para abastecimento a dupla Torresminho e Arrelia sempre dando o Showzinho…

A chegada em Montevideo é uma delícia, a cidade surge bem ao fundo e vai se desvendando aos poucos como se déssemos um zoom, lindo, muito gostoso.

Depois foi a vez de Punta del Leste, que surge depois de uma curva em leve aclive, mas foi tudo muito rápido, paramos apenas para almoçar e ali nosso bonde com 4 motos voltou a formação original.

Em Punta tem a ponte torta, coisa muito gostosa, parece um tobogã, feito para motos, acabamos brincando de ir e vir nela por algumas vezes.

Novamente na estrada tocamos até o começo da noite até Paloma, nossa última parada em terras uruguaias.

Foi uma parada apenas burocrática para no dia seguinte finalmente atravessarmos a fronteira de Chuy com Chuí, e finalmente voltarmos ao Brasil.

Abraços

Seo Craudio

Buenos Aires

Enfim acabamos por ficar em Buenos Aires, pois buquebus só para terça-feira e era Sábado.

E depois de uma pequena maratona achamos um hotel para descansar e pensar melhor o que fazer.

Uma das possibilidades talvez, seria subir até Gualeguaychu para atravessar para o Uruguai. Mas isso era um problema para outro dia, pois afinal estávamos em Buenos Aires, então o negócio era aproveitar a noite de frio porteño.

Puerto Madero foi o local, onde caminhamos por algumas horas curtindo aquele ar europeu que só Buenos Aires tem… No final o ritual de sempre, boa comida e bons vinhos.

Dia seguinte logo pela manhã no noticiário a tragédia : Gualeguaychu em baixo de água, muitos desabrigados, e a cidade em caos. Caracoles. O que fazer ? Agora mais que nunca o relógio jogava contra, e ficar lá significaria chegar mais tarde em casa… ( um dia acerto a mega-sena).

Tomamos o café e resolvemos voltar ao porto para saber sobre os horários do buquebus, e quem sabe se teria algum barco extra, e para a nossa surpresa tinha, para as 19 horas.

Quespariu, que alívio, quanta alegria, e agora alem do problema resolvido, poderíamos curtir então, um pouco da cidade, mas foi só um pouco pois Buenos Aires é linda, e precisa de pelo menos 2 dias inteiros.

Antes da partida, um almoço de despedida dos suculentos bifes de chorizo ou lomos…

das Quilmes…

e de la Virginia…

e no final de tudo isso fomos agraciados com uma bela garrafa de espumante. Quer despedida mais agradável? Salute!

Para variar prometemos voltar, afinal não dá para dizer que “conhecemos” Buenos Aires, apenas estivemos lá.

Abraços

Seo Craudio

 

 

 

Mendoza – Laboulaye – Junin – Buenos Aires

E a chuva chegou e o frio não foi embora. Na verdade ir embora era o que tínhamos que fazer, e com grande dor no coração deixamos Mendoza.

O caminho de volta era a já conhecida ruta 7, pista duplicada que nos permitiu seguir sempre com o cabo enrolado.

Durante o trajeto a chuva começou a castigar em alguns trechos mesclando seco com molhado, nos obrigando a ficar com as capas de chuva o tempo todo, una alegria.

No caminho uma surpresa: um desvio de quase 150 quilômetros devido a um alagamento que interditava a ruta, e que não estava programado no tempo da viagem, que a partir desse momento começava a preocupar, afinal assalariado tem dia para voltar a trabalhar.

Com a mudança de temperatura drástica as chuvas trouxeram o calor que somado às retas sem fim da ruta, deu sono… Dio santo! Má que sono…

Já cansados, decidimos parar na próxima cidade fosse ela qual fosse, e assim chegamos a Laboulaye, uma cidade muito simpática de colonização Francesa (queuspariu no meio do nada, me fez até lembrar de Americana no interior de São Paulo).

Nos hospedamos no hotel que leva o nome da cidade, um hotel digamos honesto, nada demais, nem de menos. Após o banho o cansaço ficou de lado pois tínhamos uma tarefa rotineira a cumprir: buscar por um bom restaurante.

Sempre a pé a fim de conhecermos a cidade na maior calma, seguimos em passinho de “shopping” observando tudo, as pessoas, as construções, as praças, enfim, tudo só e sempre com os suculentos bifes de chorizo e garrafas de vinho na mente (a essa altura já estavamos viciados na coisa de tom avermelhada… então era de 2 garrafas para cima).

Como a cidade era francesa, o restaurante não poderia ser outro e foi sem dúvida o local onde comemos os pratos mais elaborado da viagem. Fantástico, ou melhor “merveilleux”.

   

Dia seguinte, rumo a Buenos Aires. Tudo pronto para a foto oficial de despedida em frente ao hotel (era nosso ritual de partida) …

quando um grupo de estudantes da escola bem na frente ao hotel quis fazer parte da história. 

E assim tiramos a foto mais animada da viagem (reparem nas janelas da escola)

Com o sorriso puro da molecada partimos sem saber que íamos enfrentar o que foi a dito nos jornais como “a pior chuva dos últimos 100 anos na Argentina”.

Foi soda. Não estava frio, mas o que vinha de água era brincadeira. Os pastos visivelmente começavam a ficar encharcados conforme aproximávamos do rio Paraná.

                     

Com isso a viagem ficou tensa, muito vento lateral e água por todos os lados nos forçanco a parar com apenas 150 km rodados.

Paramos em Junin, uma minúscula cidade com um hotel maravilhoso chamado Hotel Azul, que ganhou na opinião da Vera 5 estrelas em conforto e atendimento, era quase um mini hotel do Roteiro do Charme, tamanho capricho com os detalhes. Ainda bem, pois ali ficamos literalmente ilhados devido ao dilúvio que inundou a cidade  impedindo a gente de sequer pensar em ir a algum lugar. E para matar o tempo… algumas garrafas de vinho… rs

Dia seguinte, com a chuva mais fraca seguimos viagem.

Depois de alguns quilômetros a chuva cessou, e a esperança de atravessarmos Buenos Aires sem parar era grande, pois o relógio não parava de rodar…

Entramos na grande Buenos Aires, por assim dizer, por volta das 14:00 horas de um Sábado, confiantes que era chegar pegar o Buquebus e atravessarmos para o Uruguai, pois Buenos Aires apesar de tudo não estava em nosso roteiro de parada ( quer dizer foi abortada devido a falta de tempo ).

Mas eis que do nada, vejo um grande fumace sair de frente da minha moto… que “flor de mierda”… pensei.

Estourou a mangueira superior do radiador… Que lindo… increible !!!

Chama o guincho que nos deixou em uma estacion del servicio, e como o Grande Piloto está sempre para nos ajudar, esta estacion del servicio fica nada mais nada menos que na principal rua de “reparos para autos” da região. Lindo.

                     
Achamos uma loja representante da Pirelli, e depois de algumas palavras seguidas de muitas expressões convenci o vendedor a procurar algo para ser adaptado. Minutos depois, vem ele todo sorridente com uma mangueira de caminhão, sei lá, que no meio fazia um “S” e tinha exatamente as medidas de redução… Increible !!!

Cortamos na medida certa, monta, coloca água, liga, espera e XOU (está na moto até hoje). 

Com isso o dia se foi, mas mesmo assim corremos ao Buquebus para tentar atravessar a fronteira, nós só não sabíamos, que todos os argentinos do mundo queriam fazer o mesmo para curtir o feriado da “semana do turismo”… “que flor de mierda, again”.

                    

Sendo assim, já que Buenos Aires nos queria tanto, resolvemos ficar. E falo uma coisa – que bom.

abraços

Seo Craudio

 

Descendo La Escaleira…

O frio imperava, o tempo fechava.

Na aduana Argentina, a constatação – menos 2.

A previsão – Nevasca ( dia seguinte no noticiário a confirmação – Panamericana fechada devido nevasca )

Aceleramos forte, o bom de rodar com duas motos iguais é que o desempenho é igual, e apesar da paisagem estar totalmente diferente da ida, o que dava um sabor mais que especial, a estrada de uma certa forma a gente já conhecia, o que nos possibilitava acelerar…

Chegamos em Uspallata com o tempo ruim a nossas costas, e na frente céu azul, e a esperança do frio ir embora.

E foi, mas deu lugar a chuva, que nos recepcionou em Mendonza, em um trajeto muito tenso, pois chegamos no horário do rush, com chuva fina, capacetes sujos e  cansados.

Mas nada que um bom banho, e a certeza de um excelente jantar com um ótimo vinho não nos animasse, afinal era noite de falar sobre o objetivo realizado, a cordilheira conquistada e de duas formas totalmente diferente…

Abraços

Seo Craudio

Imagem do dia

Para deixar como papel de parede :

1 – clique na foto,

2 – depois dela ampliada, clique nela com a tecla direita do mouse e selecione – definir como plano de fundo.

abraços

Seo Craudio

Subindo “La Escalera”, um tributo às Cordilheiras dos Andes.

Pois é, apelidamos as Cordilheiras de “La Escalera”, e com essa intimidade toda partimos de Viña del Mar, passando por Con Con, a fim de escalar a dita. 

Fizemos um trajeto bem diferente da descida, uma bucovinicolacinal (essa eu forcei), hora passando por diversas vinícolas entre elas a  Errazuriz, hora adentrando por simpáticos e calmos vilarejos,

… e com isso, quase nem percebemos que subíamos, pois quando nos demos conta, lá estava ela “La Escalera”, e agora devido a temperatura em queda, coberta de neve.

Foi maravilhoso, nossos olhos não acreditavam, pois coisa de 3 dias antes tudo era seco, e neve, só nos picos mais altos, e agora não, a neve estava aos nossos pés, ou melhor se formando aos nossos pés.

Passamos novamente por Los Andes, e aproveitamos para duas coisas : sentir a água gelada, e almoçar em um restaurante típico de caminhoneiro, digamos que era o PF chileno, e olha que coisa linda…

A medida que ganhávamos altitude a temperatura caia na mesma proporção, mas isso só fora dos capacetes e jaquetas, pois dentro de nós a emoção aquecia a ponto da Vera andar boa parte da viagem fotografando tudo sem luvas, e só foi perceber na parada da aduana…

Los Caracoles agora com outra visão, a visão de um paredão como descrevi anteriormente, e quase sem fim, mas como percebíamos que o tempo estava fechando o subimos em ritmo forte.

Ao subir o Caracoles, começava a despedida do Chile, e a sensação era de quero mais, quero tirar mais foto, quero ficar mais um pouco, mas o frio e a ameaça de uma nevasca, assustava…

Ao deparar com a entrada do túnel do Cristo Redentor, a visão não poderia ser tão gratificante. As montanhas ao seu redor coberta de neve, mas ainda não fechada de neve, dando a impressão que eram gigantescas montanhas de sorvete de flocos…hummm.

E foi assim que deixamos o Chile, com uma imagem única e inesquecível.

abraços

Seo Craudio

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