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The Tarantino Experience I e Take II

Gosto é gosto, cada um com o seu, e eu claro para quem acompanha o “Cultura” já percebeu que gosto dos trabalhos do Tarantino. Já postei aqui o The Tarantino Connection com 16 músicas tiradas das trilhas de seus filmes sejam produzidos ou dirigidos, mas para quem é fã, sentia falta de outras tantas boas músicas. Acho que não era só eu que achava isso, e assim surgiu o CD duplo chamado Tarantino Experience e Tarantino Experience Take II. A dica foi do DT do Blozarro.

Então deixo aqui os links para vocês , ouçam e se gostar compre o cd que além das músicas sempre vem com encartes bem legais.

Abraços

Seo Craudio

Tarantino Experience

CD 1

01 – Nancy Sinatra – Bang Bang (My Baby Shot Me Down)
02 – Urge Overkill – Girl, You´Ll Be A Woman Soon 
03 – Ladybug Transistor – Always On The Telephone
04 – The Hurricanes – Out Of Limits
05 – Geater Davies – Sad Shades Of Blue
06 – Joe Cocker – Woman To Woman
07 – Screamin´ Jay Hawkins – I Put A Spell On You
08 – The Surf Coronados – Pipeline 
09 – Billie Jo Spears – Fever 
10 – Chirs Farlowe – Paint It Black 
11 – Screamin´ Lord Such – Murder In The Graveyard 
12 – Duane Eddy – Rebel Rouser 

CD 2

01 – Dick Dale & Te Del-Tones – Misirlou 
02 – Fendermen – Ghost Riders In The Sky 
03 – Dennis Yost & Classic Iv – Spooky 
04 – The Meters – Look-Ka-Py-Py 
05 – Wilson Pickett – Something You Got 
06 – 1910 Fruitgum Co. – Indian Giver 
07 – Lobo – Me And You And A Dog Named Boo 
08 – The Grass Roots – Midnight Confessions 
09 – John Fred & His Playboy Band – Judy In Disguise 
10 – Nino Tempo & April Stevens – Deep Purple
11 – Richard Twang & Hits Cadilacs – Apache 
12 – Jonny Cash – I Walk The Line 

  

Tarantino Experience Take II

CD1

01. Unknown Artist – Intro (Twisted Nerve)
02. Al Green – Let¦s Stay Together
03. Clarence Carter – Backstabbers
04. Charlie Feathers – That Certain Female
05. Johnny Cash – Born To Lose
06. Connie Francis – Stupid Cupid
07. The Surfaris – Wipe Out
08. She & Him – I Should Have Known Better
09. The Kingsmen – Louie Louie
10. Dave Berry – Little Things
11. Billie Davis – I Want You To Be My Baby
12. John Lee Hooker – Boom Boom

CD2

01. Golden Gate Quartet – I’m Troubled
02. Cowboy Junkies – Sweet Jane
03. Duane Eddy – Cannonball
04. T. Rex – Jeepster
05. The Clovers – Love Potion N’ 9
06. Johnny & The Hurricanes – Beatnik Fly
07. Dobie Grey – The ‘In’ Crowd
08. Leroy Gomez & Santa Esmeralda – Don¦t Let Me Be Misunde
09. Dolly Parton – Letter To Heaven
10. Eddie Hodges – I’m Gonna Knock On Your Door
11. Lynn Anderson – Stand By Your Man
12. Howlin Wolf – Somebody In My Home

Chuck Berry – Hail! Hail! Rock ‘N Roll

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Depois de muito tempo, assisti “Chuck Berry – O Mito do Rock”, que até está na programação do Telecine Cult, para variar foi mais uma das ótimas recomendações do amigo Mad.

O filme é de 1987 e comemora os 60 anos de Chuck, ou seja hoje ele tem 82 anos. Misto de documentário com o grande show Hai! Hai! Rock´n Roll de pano de fundo, tem direção musical de Keith Richards, que se diz apaixonado por Berry e totalmente influenciado pela sua música mistura de folk rhythm&blues e claro o puro Rock´nRoll do qual ele é considerado rei, palavras do arquirrival Little Richards.

No show participações mais que especiais, além do prórpio Keith, tem Etta James, Robert Cray, Julian Lennon e um tal de Eric Clapton.

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Bem espero que gostem, e não deixem de assistir o filme, não tem como não gostar.

Abraços

Seo Craudio

ps- este post foi escrito um dia antes do Show que ele realizou em São Paulo, e eu não sabia… foi uma tremenda coincidência…

Baixar aqui

01 .Maybellene

02 .Around and Around

03 .Sweet Little Sixteen

04 .Brown Eyed Handsome Man – participação Robert Cray

05 .Memphis

06 .Too Much Monkey Business

07 .Back in the U.S.A – participação Linda Ronstadt

08 .Wee Wee Hours – participação Eric Clapton

09 .Johnny B. Goode – participação Julian Lennon

10 .Little Queenie

11 .Rock & Roll Music -participação de peso Etta James

12 .Roll over Beethoven

13 .I’m Through With Love – essa é de brinde gravado durante os ensaios

Rocknrolla – trilha sonora

abertura

O que é um RocknRolla ?

“As pessoas perguntam: O que é um RocknRolla? Eu digo a elas que não tem nada a ver com baterias, drogas e picadas. Oh, não. É muito mais que isso, meu amigo. Todos gostam de um pouco de boa vida. Alguns, o dinheiro. Alguns, as drogas. Outros o jogo do sexo, o glamour, a fama. Mas um RocknRolla, oh, ele é diferente. Por quê? Por que um RocknRolla quer a porra toda!!!”

O filme começa assim, narrado na primeira pessoa mas para quem assistiu Jogos, Trapaças e Dois Canos fumegantes e ainda Snatch – Porcos e Diamantes, Rocknrolla não tem tanta pegada quanto e o final talvez não agrade muito. Guy Ritchie de certa forma pega leve, achei até que ele se perdeu durante o caminho, mas vale a visita na locadora sem dúvida, afinal o filme tem uma boa trama com o humor sarcástico típico inglês e Gerard Butler no papel principal.

Mas não vou estender muito no filme, vou deixar aqui o que achei de melhor: A trilha sonora.

Ah, e tem a abertura espetacular do designer Danny Yount, que talvez você nunca tenha ouvido falar, mas é o mesmo que fez a abertura do Homem de Ferro, entre tantos outros bons filmes (para ver a abertura é só clicar na figura lá em cima).

Trilha sonora:

  1. Dialogue Clip: People Ask the Question
2. I’m a Man – Black Strobe
3. Have Love Will Travel – The Sonics
4. Dialogue Clip: no School Like the Old School
5. Bank Robber – The Clash
6. Trip – Kim Fowley
7. “Slap Him!”
8. Ruskies – Steve Isles
9. Outlaw
10. Waiting for a Train – Flash And the Pan
11. “Junkies”
12. Rock & Roll Queen – The Subways
13. Gun – Lou Reed
14. Stomp – The Hives
15. We Had Love – Scientists
16. Dialogue Clip: Sausage & Beans
17. Mirror in the Bathroom – the English Beat
18. Funnel of Love – Wanda Jackson
19. Such a Fool – 22-20s
20. Dopilsya – Ex Sektor Gaza
21. Negra Leono – Miguelito Valdés

 

Espero que gostem

Abraços

Seo Craudio

“Once” – Apenas uma Vez – Filme e Trilha Sonora

Foi com grande prazer que recebi este presente do amigo MAD ( DVD do filme “Once”).

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“Once – Apenas uma Vez”, é um filme delicado, melancólico e simples.

Comercialmente falando não é um filme de muitos recursos uma vez que foi produzido com apenas 160 mil dólares.

No cenário a emergente Dublin, de ruas limpas, belas praças com árvores frondosas e grandes construções, mas o filme mostra também a rotina da periferia com pessoas simples caminhando nas calçadas, crianças correndo de um lado para o outro, automóveis populares e antigos além de pequenos estabelecimentos comerciais e uma população de imigrantes vindos de países vizinhos.

Curiosamente os protagonistas no filme, não possuem nomes e são músicos na vida real o que foi chave para compor o elenco, pois “Once” é um musical que conta a história de um rapaz (Glen Hansard) que sofre por uma decepção amorosa e que trabalha com o pai em consertos de aspiradores de pó, e para ganhar um ‘troco a mais’, canta nas ruas de Dublin músicas de composição própria sonhando em um dia poder gravar um disco, e justamente em uma dessas apresentações públicas que conhece uma imigrante tcheca (Marketa Irglova)  com um dom especial para a música mas que sobrevive vendendo flores nas ruas.

Nasce então uma forte ligação entre eles onde juntos conseguem forças para driblar com maestria e simplicidade os problemas do dia a dia e assim seguir a vida esperançosos.

O filme tem “ares” de romance, e talvez essa tenha sido mesmo a intenção do diretor John Carney, mas não foi só essa a leitura que fiz. O filme fala de “amor” não somente entre o homem e a mulher. O amor ali retratado surge em diversos formatos, hora como o amor entre amigos ou amor ao próximo, hora no trabalho ou pelos pequenos prazeres da vida, ele fala do amor em viver.

No cartaz do filme uma pergunta:

 “Quantas vezes você encontra a pessoa certa?”  “Once”

Não seria muita crueldade do mundo se isso for uma verdade absoluta?

Com esse enredo o filme se desenrola mostrando que na vida é possível ter várias pessoas “certas”, uma para cada momento, basta estarmos de olhos, mentes e poros abertos para para percebe-las.

“Once” foi bastante premiado, além do Oscar de melhor canção original em 2007, com “Falling Slowly”, ganhou também o Independent Spirit Awards de Melhor Filme Estrangeiro e o Prêmio Público no Sundance Film Festival, além de receber 2 indicações ao Grammy nas categorias de Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original.

Enfim, “Once” é daqueles filmes para ver e rever, fala de amores e frustações, amizade e perseverança, e tudo isso contado ao som de música de ótima qualidade. Imperdível.

Valeu Mad!

Uma observação: como o filme fala das coisas simples da vida e de como aproveita-las da melhor forma, o diretor teve o cuidado de retratar o poder de um belo passeio de moto a dois, e sendo um filme britânico, não poderia deixar de usar outra moto senão uma bela e antiga Triumph…

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Compartilho então com vocês o filme e a trilha sonora.

Espero que gostem

Abraços

Seo Craudio

FILMEhttp://www.megaupload.com/pt/?d=JETBTZF6

TRILHA SONORA – http://www.megaupload.com/pt/?d=86zs48n3

1.Falling Slowly – Marja Tuhkanen/Glen Hansard/Marketa Irglova/Bertrand Galen

2.If You Want Me – Glen Hansard/Marketa Irglova/Rob Bochnik/Johhny Boyle

3.Broken Hearted Hoover Fixer Sucker Guy – Glen Hansard

4.When Your Mind’s Made Up – Glen Hansard/Graham Hopkins/Marketa Irglova/Joseph Doyle

5.Lies – Marja Tuhkanen/Glen Hansard/Marketa Irglova/Bertrand Galen

6.Gold – Kevin Murphy/Glen Hansard/Fergus O’Farrell/Rob Bochnik/Colm Mc Caughey/James O’Leary

7.The Hill – Marja Tuhkanen/Marketa Irglova/Bertrand Galen

8.Fallen From the Sky – The Frames/Craig Ward/Glen Hansard

9.Leave – Glen Hansard

10.Trying to Pull Myself Away – Colm Mac Con Iomaire/Glen Hansard/Graham Hopkins/Rob Bochnik/Joseph

11.All the Way Down – Glen Hansard

12.Once – Glen Hansard/Marketa Irglova/Johnny Boyle

13.Say It to Me Now – Glen Hansard

Trilha Sonora – Easy Rider “Sem Destino”

Dirigido por Dennis Hopper e estrelado pelo próprio Hopper e por Peter Fonda, com a participação mais que especial de Jack Nicholson, Easy Rider retrata um dos maiores clássicos do cinema sobre a contracultura americana.

O filme em si, com um final deprimente e com um enredo as vezes entediante, consegue passar o sonho de liberdade através de dois motoqueiros que largam tudo da vida comum para andar de moto apenas com um objetivo: chegar em New Orleans para participar do Mardi Gras.

Em um dos diálogos mais marcantes do filme, Nicholson no papel do advogado alcolatra, George Hanson, fala a respeito da discriminação e do perigo que os dois motoqueiros (Billy e Wyatt, nomes inspirados nos fora-da-lei mais conhecidos do velho-oeste americano: Wyatt Earp e Billy The Kid) pareciam representar para as pessoas:

“Eles não têm medo de vocês, mas do que vocês representam. Para eles vocês representam a liberdade. Mas falar dela e vivê-la são duas coisas diferentes. É difícil ser livre quando se é comprado e vendido no mercado. Mas nunca diga a alguém que ele não é livre…porque ele vai tratar de matar e aleijar para provar que é. Você é que corre perigo.”

Além disso o filme conta com um trilha sonora memorável, contando com grandes nomes, como Jimi Hendrix com a música “If Six Was Nine”, Fraternity Of Man, The Byrds com “Wasn’t Born To Follow”, e contribuições de Roger McGuinn, uma delas é a importante “Ballad Of Easy Rider”, e a mais que clássica, eu diria o hino dos motoqueiros, “Born To Be Wild” do Steppenwolf, justamente consagrada pelo filme, e outra canção também da banda, que aparece no álbum na ótima faixa de abertura “The Pusher” (faixa também do Fundamentals III que em breve colocarei aqui para vocês).

Enfim um filme obrigatório para tentar entender o que é essa sensação de vento na cara, do isolamento das idéias dentro dos capacetes, e o que é essa sensação que somente quem tem moto entende, a sensação de liberdade. E para traduzir tudo isso, nada melhor que essa fantástica trilha sonora, que tem como curiosidade o fato de Hopper defini-la ouvindo a rádio local nos momentos dos intervalos das filmagens.

Easy Rider – Soundtrack

  1. “The Pusher” (Hoyt Axton) – Steppenwolf – 5:49
  2. “Born To Be Wild” (Mars Bonfire) – Steppenwolf – 3:37
  3. “The Weight” (Robbie Robertson) – Smith – 4:34
  4. “Wasn’t Born to Follow” (Carole King/Gerry Goffin) – The Byrds – 2:03
  5. “If You Want to Be a Bird (Bird Song)” (Antonia Duren) – The Holy Modal Rounders – 2:35
  6. “Don’t Bogart Me” (Elliot Ingber/Larry Wagner) – Fraternity of Man – 3:05
  7. “If 6 Was 9” (Jimi Hendrix) – The Jimi Hendrix Experienced – 5:35
  8. “Kyrie Eleison/Mardi Gras” (When the Saints) – (Tradicional, arranjo de David Axelrod) – The Electric Prunes 4:00
  9. “It’s Alright Ma (I’m Only Bleeding)” (Bob Dylan) – Roger McGuinn – 3:39
  10. “Ballad of Easy Rider” (Roger McGuinn/Bob Dylan) – Roger McGuinn – 2:14

Então para baixar a trilha clique aqui.

Abraços

Seo Craudio

ps- essa trilha sonora foi um presente do amigo Piréx

 

The Tarantino Connection

Tarantino ficou fera em trilha sonora. Neste trabalho reuniu 16 grandes músicas de 7 filmes onde ele, ou dirigiu ou produziu.

Cães de AluguelPulp Fiction, Grande Hotel, Assassinos por Natureza, Amor a Queima Roupa, Um Drink no Inferno e A Balada do Pistoleiro.

       

 The Tarantino Connection

1. Interview (Spoken Word) – Quentin Tarantino
2. Misirlou – Dick Dale & His Del-Tones
3. Dark Nights – The Blasters
4. Little Green Bag – George Baker Selection
5. Graceland – Charlie Sexton
6. Girl, You’ll Be A Woman Soon – Urge Overkill
7. Waiting for The Miracle – Leonard Cohen
8. A Little Bitty Tear – Burlives
9. Interview – Quentin Tarantino
10. Stuck In The Middle With You – Stealers Wheel
11. You Never Can Tell – Chuck Berry
12. (Love Is) The Tender Trap – Robert Palmer
13. Sweet Jane – Cowboy Junkies
14. Harvest Moon – Bedlam
15. Foolish Heart – The Mavericks
16. Vertigogo – Combustible Edison

O arquivo está dividido em duas partes

parte 1                                       parte 2

E para não falar que não tem moto nesse post, segue um poster de Planet Terror, do projeto “Grindhouse” que realizou junto com Roberto Rodriguez.

Abraços

Seo Craudio

Trilha Sonora Original – Batman The Movie 1966

Ainda falando do Homem Morcego, em 1966 a 20th Century Fox decidiu criar uma versão em filme da popular série “Batman!”, com a já famosa Dynamic Duo, Batman e Robin, sempre prontos para salvar Gothan City do mal.

Estrelando:

Adam West (Bruce Wayne/Batman), Burt Ward (Dick Grayson/Robin), Lee Meriwether (Mulher Gato/Kitka), Cesar Romero (O Coringa), Burgess Meredith (Pinguim).

O filme, ao contrário do Cavaleiro das Trevas, tinha apenas 105 minutos, rapidinho, onde tudo era Bat alguma coisa.

Batcaverna, Batcóptero, Batmóvel, Batbomba, Batbizarro… 🙂 e claro, para não deixar de falar de moto, a Batcycle. (veja post especial sobre ela).

Tudo tinha uma bat-solution. No Batman The Movie, para se ter uma idéia, Batman é atacado por um tubarão (sei lá, acho que estava pescando), mas por sorte aparece Robin para salva-lo com um poderoso repelente de tubarão em spray (a venda nas melhores lojas do ramo). Santa sorte Batman! Diria o garoto prodígio. 

Sendo assim hoje a grande série de ação de tão tosca que é não passa de uma comédia  beirando a ingenuidade (será que o mundo era ingênuo também?).

Pois bem, segue a trilha sonora original de Batman, de 1966, onde eu estava apenas nascendo e os caras já tentando consertar o mundo… e na porrada!

Para baixar clique aqui

Abraços

Seo Craudio

Trilha sonora – Wild Hogs (Motoqueiros Selvagens)

Depois de fazer a brincadeira com alguns amigos no post Wild? Hogs, resolvi procurar a trilha sonora do filme, que tem em seu conteúdo coisas muito boas, como Steve Winwood, Foghat, Lynyrd Skynyrd, Jet entre outros.

O filme retrata de uma forma bem-humorada dois estilos de “motoqueiros” :

O com cara de mal, todo tatuado com suas “choppers” sujas e mal cuidadas e os motoqueiros de final de semana, que passam mais tempo alisando seus motores do que motocando.

Acho interessante essa representação, mesmo que caricata, das duas tribos. Uma que se diz a original, os transgressores, a antítese do mundo normal com suas regras e obrigações, e que por sinal odeiam a outra tribo, a do bem, que sem maldade parte uma vez ou outra para uma aventura “easy rider”, saindo por aí sem destino, mas sempre munidos de seus celulares, ipods e gps.

A tribo digamos assim do “mal”, no entanto não percebe que na essência copia a primeira com suas rotinas, obrigações e hierarquias. Já a tribo dos motoqueiros de final de semana, querem no fundo repetir a transgressão já formada pela outra, aquela coisa do motoqueiro malvadão, sem compromisso, sem hora para chegar e retornar para casa, onde a esposa já os espera com o pau de macarrão.

No final o “cerumano” (este ser complexo) busca a mesma coisa : a liberdade, ou ao menos a sensação de, nem que seja apenas por algumas horas.

Para baixar o CD clique aqui

Playlist

01.Gimme Some Lovin – Steve Winwood
02.Slow ride – Foghat
03.Walk Like a Man Grand Funk Railroad
04.Call Me the Breeze – Lynyrd Skynyrd
05.Get me Outta Here – Jet
06.That Smell – Lynyrd Skynyrd
07.Keep on Chooglin – Creedence Clearwater Revivel
08.Wanted Dead or Alive – Bon Jovi
09.Highway to Hell – AC/DC
10.Showdown – Eletric Light Orquestra
11.Midnight Rider – The Allman Brothers Band
12.Good Vibrations – Brian Wilson
13.Lost Highway – Bon Jovi

Abraços

Seo Craudio

Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembrança

Acabei de assitir “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembrança”.

Oscar 2005 de melhor roteiro original

 

Que filme!

Do roteirista Charlie Kaufman que escreveu o filme a partir de um poema e uma frase.

O poema – “Eloisa to Abelard”, 366 versos escritos por Alexandre Pope, escreveu ontem (1688-1744) :

“Feliz é o destino da inocente vestal

Esquecida pelo mundo que ela esqueceu

Brilho eterno da mente sem lembrança!”.

A frase – do filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900):

“Abençoados os que esquecem, porque aproveitam até mesmo seus equívocos”.

Com isso surge um filme sobre a relação homem mulher e a eterna paixão ou melhor, o desejo de que seja eterno. Justo o amor com suas complexidades, ortodoxias e antagonismos.

O filme retrata esse dualismo de forma magistral, colocando o amor e o ódio lado a lado, mostrando que sempre queremos ficar somente com lado bom, e esquecemos de tolerar ou ainda aceitar as coisas ruins ou as manias do “outro”, seja a calcinha pendurada na box do banheiro, ou a tampa do vaso levantada, pois afinal, isso entre tantas outras manias nunca é apresentado de cara.

Talvez no fundo, as mulheres querem o conto de fadas e o homem o conto de fodas (perdão pela expressão).

Enfim, uma obra para ver, rever e pensar ou melhor, repensar, afinal nada destrói o verdadeiro amor, pois sempre é hora de “re” inventa-lo.

Quer a trilha sonora ?

Clique aqui

É isso,

abraços

Seo Craudio

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