Nada para fazer…

Quantas vezes a gente não se pegou meio que reclamando que apesar de não termos tempo para nada muitas vezes também não temos nada para fazer?

E foi assim que acordei em um Sábado de uma promessa de sol, pois a neblina ainda estava pesada, e enquanto ficava na garagem degustando um café “espresso” e admirando a Felícia veio a ideia de fazer o “nada”… na estrada.

Pega a jaqueta, coloca bota, veste o colete e enquanto eu tirava a “mosquitada” impregnada na viseira do capacete pensava por onde eu iria fazer tão nobre ação… e… bingo: vou dar a “Volta pelo Centro do Universo Mundial”.

Abre parênteses. Há alguns anos atrás, quando eu ficava sabendo que um amigo iria motocar e passar aqui pela região, eu sempre o convidava para um café com pão de queijo, ou uma cerveja gelada, ou um copo de água ou só para um abraço mesmo, e  faço isso até hoje com o maior prazer, mas um dia o Taz que mora em São Paulo disse: “…o Seo Craudio acha que mora no Centro do Universo, pois independente para onde estamos indo ou vindo, ele pede para passar na casa dele…”

Nascia aí o apelido carinhoso que adotei para Rio Claro, C.entro do U.niverso mundial.😛 Fecha parênteses.

O caminho é bem simples mas bem variado de tipos de asfalto, só faltou uma “serra” cheia de curvas para dar mais emoção, mas as minhas tão queridas “bucovicinais” já foram o suficiente para em alguns momentos dar uma paradinha para contemplação… quer dizer praticar o “nada”.

O começo é quase sempre pela Wilson Finardi e na sequência a Anhanguera duplicada quase perfeita mas nada de ficar muito tempo nela, pois além de um lindo dia de céu azul, o “nada para fazer” me dava todo tempo do mundo. Na sequência e sem pressa peguei a vicinal que segue em paralelo com a Washington Luiz com traçado sinuoso mas leve e muito gostoso de percorrer além de passar por Cascalho (uma hora dessas ela aparecerá em “Homologações”), despois o centrinho de Cordeirópolis, Santa Gertrudes e só aí que entrei na Washington Luiz mas também em um trajeto pequeno pois quando já estava cortando C. U. (Centro do Universo Mundial) ao meio saí para a esquerda cruzando um dos bairros “barra pesada” para pegar a ligação para Itirapina em uma bucovicinal de cinema.

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Pois bem, depois de 80 e poucos kms feitos em algumas horas, fica fácil concluir que quando se tem moto na garagem você SEMPRE tem algo a fazer… nem que seja dar uma polidinha nos cromados🙂

Abraços

Seo Craudio

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9 responses to “Nada para fazer…”

  1. Piréx says :

    Quando comecei a ler o artigo, já pensei no que escrever nos comentários – mas a frase já estava no final do texto: quando se tem moto na garagem você SEMPRE tem algo a fazer. No final das contas, o tamanho do nada para fazer é que dita a quantidade de quilômetros da motocada. Abração!

  2. Piréx says :

    Sete meses já? Eita… É por isso que eu fico velho. Até fui olhar quando comprei a minha: julho do ano passado – e só rodei 10 mil km. Tô precisando motocar mais. Abraço!

  3. Coelho says :

    Simplesmente fantástico…
    Ou melhor,
    “…SImples assim…”

    E tem gente que complica…

    Grande abraço

  4. MAZZO says :

    Muito bom….
    Mas o que me deixa triste é ver um cara que saia pela manhã e voltava no final da tarde com 600, 700, 800 ……. kms rodados, e hoje volta pra casa depois de 80 kms e faz um yuta relato. O que aconteceu? A idade chegou ????
    MazzoAbrax

    • Seo Craudio says :

      Pois é Mazzo… é a famosa frase: Já fui bom nisso…
      Mas o lance aqui é justamente dizer que não importa a quantidade de kms mas sim o curtir a moto, mesmo que seja só para dar uma voltinha na praça…
      Agora na real… é que estou com “bico de papagaio”….kkkk
      Grande abraço

  5. Chico says :

    Seu Craudio, quem gosta de moto se identifica com o teu texto. Parabéns! Aproveito para te perguntar. Onde foi comprado os alforges que equipam a tua Fat Boy? São destacáveis? Abraço! Chico

    • Seo Craudio says :

      Obrigado Chico.
      Olha só, os alforges são destacáveis sim, e bem simples e seguro, e foram comprados na Silverstone lá no Shopping Ventura, centrão de sampa.

      abraços e obrigado pela visita

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