Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembrança

Acabei de assitir “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembrança”.

Oscar 2005 de melhor roteiro original

 

Que filme!

Do roteirista Charlie Kaufman que escreveu o filme a partir de um poema e uma frase.

O poema – “Eloisa to Abelard”, 366 versos escritos por Alexandre Pope, escreveu ontem (1688-1744) :

“Feliz é o destino da inocente vestal

Esquecida pelo mundo que ela esqueceu

Brilho eterno da mente sem lembrança!”.

A frase – do filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900):

“Abençoados os que esquecem, porque aproveitam até mesmo seus equívocos”.

Com isso surge um filme sobre a relação homem mulher e a eterna paixão ou melhor, o desejo de que seja eterno. Justo o amor com suas complexidades, ortodoxias e antagonismos.

O filme retrata esse dualismo de forma magistral, colocando o amor e o ódio lado a lado, mostrando que sempre queremos ficar somente com lado bom, e esquecemos de tolerar ou ainda aceitar as coisas ruins ou as manias do “outro”, seja a calcinha pendurada na box do banheiro, ou a tampa do vaso levantada, pois afinal, isso entre tantas outras manias nunca é apresentado de cara.

Talvez no fundo, as mulheres querem o conto de fadas e o homem o conto de fodas (perdão pela expressão).

Enfim, uma obra para ver, rever e pensar ou melhor, repensar, afinal nada destrói o verdadeiro amor, pois sempre é hora de “re” inventa-lo.

Quer a trilha sonora ?

Clique aqui

É isso,

abraços

Seo Craudio

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