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A ideia não é original, afinal desde 1964 que a Pirelli criou o hoje tão concorrido calendário Pirelli. Como toda boa ideia pode sim ser copiada, nós pobres mortais temos mais é que agradecer.
Sendo assim como estratégia de lançamento da V-Rod Muscle, a Harley-Davidson junto com a Playboy lançou o calendário H-D, com nada mais nada menos que a beldade top fodel model Marisa Miller e ainda fez um trocadilho com a Muscle: “American supermodel”.
Bem então é isso, alias tudo isso só para postar as fotos que saíram na Playboy de Março na Espanha.
Ah, um detalhe que motoqueiro nenhum pode esquecer : nunca se perca nas curvas.
Abraços
Seo Craudio
Para os puristas a linha V-Rod, que foi lançada mundialmente no final de 2001, foi e ainda é uma heresia. Ninguém imaginaria uma Harley-Davidson refrigerada a água e com motor desenvolvido na Europa em parceria com a Porsche muito longe da fábrica de Milwaukee.
Bem, mas para mim, um pobre mortal que sempre cede aos avanços da tecnologia, não posso deixar de comentar que sem dúvida é uma das mais bonitas motos, digamos custom, em produção.
Tanto é, que a Harley que de tonta não tem nada, vem cada vez mais conquistando fãs pelos modelos derivados da V-Rod de 2001, uma vez que seu público formado por “tiozinhos” radicais deve ser substituído por jovens que hoje optam pelas nipônicas Honda, Yamaha, Suzuki e Kawasaki, e prova disso é o lançamento da V-Rod Muscle. Ouso em afirmar que ela é perfeita. Alia estilo custom com esportividade, tradição dos motores em “V” com o design “estado da arte”.
Na Muscle cada detalhe faz a diferença. Os piscas ficam no retrovisor, freios da Brembo, o escape duplo um de cada lado o que muda completamente o visual da moto além do formato que faz uma transição do redondo para o quadrado nas ponteiras, dá até para imaginar o som que sai dessa moto. Na traseira um belo conjunto de luz e seta tudo integrado e com led, e a placa, sempre mal resolvida em quase todas as HDs, sai com suporte lateral de fábrica.
No Brasil só temos os modelos V-Rod, a mesma desde 2001 com mudanças na pintura e a Night Rod Special. Portanto só nos resta torcer para que um dia a V-Rod Muscle venha para as terras do pau-brasil.
Abraços
Seo Craudio
ps- Um detalhe, para o lançamento da Muscle, nada mais nada menos que a modelo Marisa Miller, super model da Victoria’s Secret para as fotos de lançamento. Mas isso eu vou deixar para o próximo post.
30.000 km de Harley.
Não sou lá um grande andador de moto. Adquiri a minha em agosto de 2007, e, agora em dezembro de 2008, atingi a marca de 30000km. A moto no caso, é uma Softail Standart (FXST)

http://www.bikez.com/motorcycles/harley-davidson_fxst_softail_standard_2007.php
O modelo dela é uma história à parte. Nem todo mundo pode se dar ao luxo de escrever sobre um modelo que já saiu de linha, ainda mais um modelo que já saiu de linha nos US. A FxSt só veio para o Brasilzão em algumas poucas vezes, e a última leva acabou em outubro de 2007.
A família Softail, nos USA é bem populada pela NightTrain, Custom, Fatboy, Deluxe, Heritage, Rocker e Crossbones. Todas elas compartilham o mesmo trem de força, injeção eletrônica e a mesma suspensão, que é o principal diferencial – tecnológico e monetário – entre uma FXS e uma FXD – como, por exemplo, a Dyna.
Todas as Softails foram criadas com um foco claro de maciez para a garupa. O nome Rabo-Mole não é a toa. Se você já sentou em uma outra harley, e sentou em uma FXS, você percebe claramente que tem diferença sim. Suspensão macia e motor sem chacoalhar já fizeram alguns puristas determinarem que as Softail são menos harley do que as hard tail. Vai
saber, tem gente que gosta até de Kaiser.
O meu uso da moto é claro: eu só tenho ela. Minha cidade tem 2,5 milhões de habitantes e um índice de motorização maior do que a cidade de São Paulo. E chove; chove muito.
A garupa, não tem muita opção – ou acompanha o Zé Mane, ou deixa de viajar e conhecer lugares. Em agosto do ano de 2007 tínhamos trocado uma Vulcan 750 que nos levara até Valparaíso / Vina Del Mar, e precisávamos que “alguém” que agüentasse o tranco – tanto em cilindradas quanto em confiabilidade mecânica. Entre as sportsters disponíveis na época, e as softails, minha Senhora foi categórica: Para andar, melhor andar com mais conforto.
De saída, o modelo é meio pesado, como dito pelo Mazzorana em sua primeira impressão da Ana Fátima. Porém, a FXST tem um pneu de raio maior, bitola menor e menos borracha, deixando a Júlia, a minha FXST, com a cara do Avesso do Carangos e Motocas.
Este pneu mais fino e alto contribui com a manobrabilidade e agilidade da moto, porém foi uma fonte de problemas durante alguns meses: Encarar as estradas do Brasil com 7,5cm de borracha na frente da moto custou-me 2 rodas até eu trocá-lo por um pneu com 9cm – que fez muita diferença. A roda, as viagens e o bolso agradecem.
Sair de uma moto de 750cc para uma moto de 1600cc também tem impacto no paciente. Na minha primeira decida da serra da graciosa, um susto, uma derrapada e um chão. Joelho ralado, cotovelo luxado e tanque amassado. As partes de ferro (pedaleiras, manoplas, espelhos) que são alardeadas pelos RAAAARLEIROS como sendo mais resistentes, realmente
são mais resistentes. All in all, a moto saiu melhor do tombo do que eu.
As manutenções já não são feitas na Loja da Harley (IMOX Curitiba – pronuncia-se ÁIMOQUES DE MERDA) já faz bastante tempo, para ser mais exato, desde a revisão de 1k milhas. Curitiba é um centro de customizadores, mechânicos e outros estragadores profissionais de moto, então opto por levar na Brazil Custom Cycles – Que fica na Felipe Camarão, perto do Peninha. Nestes 30000, tudo o que fiz foi trocar óleo, filtro e as velas conforme o manual. Em geral, mão de obra a preço honesto, aquela aumentada clássica no preço do óleo e o
filtro a preço normal na loja.
Dizem que o grande sonho de todo o RAAAAAARLEIRO é customizar (ou bastardizar) a moto. Faróis, Buzinas, Sirenes, Badulaques, Penduricalhos e até Bolhas e Gps’s. Como eu faço parte desta classe de “gente”, resolvi fazer a minha bostomização, em 3 partes. Primeiro, um encosto para a Dona da Pensão. Depois, uma “grelha” acompanhando o desenho da rabeta da moto, para colocar a bagagem. E por último um mini seca-suvaco, de 8 polegadas, usando os mesmos cabos e suporte (RISER) original. O sissy bar e a grelha foram adquiridos direto do Fatbook, e enviados por FEDEEx – www.dragspecialties.com - e o mini seca suv foi feito aqui em curita mesmo, pelo pessoal da BC. Da forma original
ela foi para a forma nova.
O guidão mais alto aumentou consideravelmente a agilidade dela, permitindo os temíveis e necessários corredores. Apesar do motorzão já cantado em verso pelo Mazzo e invejado em prosa pelo Vicente, é “aceitável” encarar o trânsito diário com ela. Considerando as outras opções na mesma faixa de cilindrada, ela é bem pequena, até.
Fizemos (eu e a Patroa) uma viagem longa até agora, quando fizemos o caminho que passa por SP e BH para chegar em Guarapari-ES, destino almejado pelo Tonhão que queria comer baiacu. Por viagem longa, entenda-se mais que 2000km, ou seja, não fomos do Gelo ao Gelo – ainda. Nesta viagem, fizemos 3700km, sendo que o último dia foi do RJ Capital até Curitiba parando apenas para almoçar e para por gasolina. Quantas vezes você já rodou 900km com a sua mulher na garupa no mesmo dia? Poisé, ela é confortável assim.
As paradas de gasolina são sempre uma surpresa agradável. O 96B-com-seis-marchas é bastante econômico na estrada, mesmo para quem carrega os seus (muitos) e mais os da Dama (poucos) quilos. A média geral dos 3700km foi 19.32km/l, Sendo que a maior parte foi acompanhada por pelo menos uma Shadow e uma Sportster.
Drawbacks ou “Mas que Merda …” Algumas coisas nela realmente enchem o saco. Depois de 30000km 3 coisas nela continuam me incomodando. Primeiro, ela vaza graxa da mesa dianteira, graxa esta que é sempre reposta nas manutenções e pelos primeiros… 1000km, tende a se espalhar pela frente da moto. Segundo, as pedaleiras avançadas, apesar de muito confortáveis e estilosas, são “um horror para o guarda roupa”. Se você trabalha de terno, prepare-se para cozinhar algumas calças na parte não coberta do escape – que fica exposto no momento de pendular a moto para estacionar. Por último, ela tem uma posição do pezinho que é meio assustadora: ao apoiar a moto, ela sempre vai alguns cm para trás. E lá se vai o susto.
Não sou defensor da marca ou apaixonado por marketing. Mas acredito que a máquina é mais positiva do que eu poderia esperar pelo que eu pude pagar e pelo que se pode obter dela. O seguro tem um valor irrisório, algo como 700 reais para cobertura total, inclusive com guincho em todo o território nacional – coisa que usei nas 2 vezes que entortei a roda dianteira na Régis ainda não pedagiada. Os acessórios são comprados a preço de ouro na “torizada” mas são facilmente encontrados em qualquer bodega da Internet. Antes da última viagem, fiz a revisão mais cara da moto: fluidos de freio, de bengala, transmissão e motor saíram, ao total, 120,00.
Faltam diversas parcelas para eu pagar ainda, mas o Banco Santander tá cada vez menos dono dela. Espero que, assim que termine, possa fazer uma viagem um pouco mais longa com ela; quem sabe eu venha a relatar os 100000km dela falando sobre neve?
Rava.
- Grupo (r)Izzo.
É uma verdadeira LOSTA. Mau atendimento, desorganização, não te dão nada. Já comprei moto zero km na orrorhonda e ganhei capacete, luva, etc. Já comprei moto zero km yamarrraa e ganhei capacete e brindes. Comprei um harlão de 55 paus no grupo (r)Izzo e sabe o que eu ganhei? Um adesivo da Harley bem feinho….

Primeira revisão
Liguei na segunda feira e digo pro cara “do pós-venda” que vou levar na terça pra revisão e pergunto se precisa agendar, pois quero pegá-la na quarta-feira. O cara respondeu que não precisava agendar e podia trazer. Não pude levar na terça, então fui lá na quarta. O cara disse que não poderia pegar a moto porque estavam cheios de serviço, só poderia agendar comigo para a próxima terça-feira.
MANDEI O CARA TOMAR … !!!
_ Você não disse que não precisava agendar? Como que agora vc quer agendar para a outra semana?
_ É que apareceu uns serviços, e tal e tal e tal….
Falei pro cara me dar o telefone da Harley de Sampa para eu agendar a revisão lá. Aí ele pediu para eu esperar que ia falar com o gerente. Voltou depois de uns 15 minutos dizendo que ia pegar a moto, mas só poderia me entregar na sexta.
Tá bom então, pra não perder a viagem, que vá. Falei pra ele fazer o balanceamento das rodas e mais algumas coisinhas. Não preciso nem dizer que não fizeram yorra nenhuma, colocaram um filtro FRAM, cobraram tudo e até a mão-de-obra que não é gratuita. Resultado R$ 600,00 pela revisão de 1.600 km (uma milha). Semana que vem vou ter que levar lá novamente para eles fazerem o balanceamento e talvez conseguir pegar a Nota Fiscal da revisão que não dava pra imprimir sei lá porquê e só vai dar pra imprimir daqui a não sei quanto tempo.
Ainda bem que as revisões são de 8 em 8 mil km e a garantia é de 2 anos.

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Vamos falar do que interessa, da moto:
Yuta queus pariuuuu !!!! Que motaça !!!!
Não é a toa que os Americanos tem 105 anos de experiência e sabem o que fazem. Você liga o motão e já sente um “arrepau no piu” só de escutar o motorzão. Engata a primeira, muito macia por sinal e arranca. Primeiras tocadas vc já sente que não está sobre qualquer moto, você tem um maquinão para andar. É meio pesada, quase 350 kg, mas também não é de “prástico” igual as Hondas, Yamahas e Suzukis. A moto é de ferro mesmo, até os paralamas, ou seja, moto forte, rígida, igual ao dono.

Aí vem as primeiras motocadas com os amigos na estrada (Shadow e Drag). Os caras sofrendo igual puta nova quando pega o primeiro pauzudo. Berrando e com a cara toda apavorada para rodar a 120 km/h e o motorzinho trabalhando na última que parece que vai estourar. Enquanto isso o MAZZÃO vem atrás dando rizada e empurrando os caras ainda em 5º marcha. Vem uma descidinha e os caras chegam nos 130 ou 140 km/h. Mazzão põe 6ª marcha e a gordinha parece que diz pra mim: AGORA VAI !!!! E trabalha com o motorzão sobrando potência, bem silencioso E SEM TREMER NADA.
A moto começa a dizer: VAI MAZZÃO, VAI MAZZÃO…. enrola esse cabo aí porra. Mas não dá, lá na frente vai uma Shadow e uma Drag se esfacelando toda pra chegar nessa velocidade. Aí o Mazzão baixa novamente pra 5ª porque o Harlão já começa a tossir: OU ENROLA O CABO OU BAIXA MARCHA PORRA!
Em alguns testes que eu fiz dá pra rodar tranquilo a 120 km/h em 5ª. Se colocar 6ª, é melhor andar acima de 130 km/h. 140 km/h é o ideal pro motor trabalhar tranquilinho. Sem contar que a posição de pilotagem não te deixa daquele jeito que o ventão vem direto na cara e (pro mundo custom) e quer tirar o teu capacete. Dá pra rodar nesta velocidade escutando o Aifodi e sem forçar os braços.
PS. eu não uso bolha, se é pra andar com parabrisas, eu vou de carro, pelo menos tem limpador. Mas as minhas tocadas são mesmo na faixa dos 120 km/h, então nem vou precisar da 6ª marcha.
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Estabilidade é a palavra
A moto é segura e parece que gruda no chão como nada igual no mundo custom. Faz curva na boa, deita bem e com segurança. Em paralelepípedos parece que vc nem está numa custom que fica pulando igual a pipoca.
A moto é muito macia. Os freios são bons, disco na frente e atrás, não chega a ser uma bike, mas para os padrões custom até que segura bem os 350 kg.
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Consumo
Em todas as motocadas ela foi mais econômica que a shadow e a Drag. Em geral, a cada abastecida de uns 200 km, gastou 1 litro a menos. Em tocadas a 140 km/h a shadow e drag fizeram uma faixa de 16 ou 17 km/l e o harlão fez 18,5 km/l. Se rodar na faixa de 100 km/h passa de 20 km/l. Sem contar que tem um tanque de 19 litros que te dá uma autonomia de uns 300 kms. Tem odômetro parcial 1 e 2, hora e km que ela ainda faz com o combustível que tem no tanque.
Piscas: Não sei como eles fizeram isso, mas ele desliga sozinho depois da curva. Além daquele esquema que a Drag também tem de temporizador.
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Pontos fracos
Plataformas dianteiras: Eu não gostei, prefiro pedaleiras retráteis, mas isso eu vou dar um jeito já já.
Peso: Na cidade, em velocidades baixas é um pouco difícil e pesada para manobrar.
Tamanho: Não é moto pra cidade, o guidão te impede de pensar em pegar o corredor. Mas este guidão também vou trocar logo.
- Acessórios
A vantagem é que tem TUDO O QUE VOCÊ QUISER. Tanto a própria Harley com acessórios originais como em muitas linhas paralelas. Se pensar um pisca com um puxado pra esquerda ou uma orelha levantada ou sei lá o quê, TEM. A desvantagem é que os acessórios são todos mais caros. Como a bolsa traseira que comprei em Sampa neste findi.
A da Harley é um pouco mais simples e traz as mesmas linhas do banco da Fat, mas é mais cara só porque é para a H-D. Acabei comprando a outra, que achei até mais bonita e junto com os alforges laterais no mesmo estilo da bolsa traseira.
- Paradas no posto
Sempre vem a turma do pergunta-pergunta:
_Moço, é uma harley ???
Agora a resposta é:
_”É”.
_Quanto vale?
_Aaaahhhh uns 10 mil.
_Se tá brincando ?!?!?!
_ É isso mesmo, pode comprar.

Bom, por enquanto é isso. Ainda estou testando, mas como diz a lenda que “ A primeira impressão é a que fica !!!” Espero continuar com esta impressão. Depois de uns 40 ou 50 mil km acho que poderei dizer se presta ou não.
MazzoAbrax
http://mazzo.mazzorana.com.br/
Sem esquecer da velha história: A MOTO É BOOOOAAA, O PROBLEMA É QUEM REPRESENTA ELA NO BRASIL.
Ganhei do amigo Maurão uma edição do The Journal of the AMA (American Motorcyclist), que tem boas matérias por sinal, e claro cheio de “ADs”, do qual um me chamou muito a atenção e apesar de não ser “harleyro” concordo com tudo.
Para ilustrar, mais uma foto que você pode deixar de papel de parede.
“What is the sound of a Harley-Davidson ?
It´s the sound of a motorcycle engine built the way it ought to be.
It´s the sound of american craftsmen creating an original piece of industrial art.
It´s the sound of kids pressing their faces against the window of a school bus.
It´s the sound of a daughter sneaking out the bedroom window.
It´s the sound of five layers of a hand-polished paint reflecting neon light.
It´s the sound of the firing sequence in a Harley-Davidson V-Twin.
It´s the sound of life getting bigger.
No other motorcycle make this sound.”
Abraços
Seo Craudio
Esses Harlistas…
Abraços
Seo Craudio
Enfim…
- Pois é, os mais puristas reclamaram, os tatuados nem a consideram H-D, mas foi em 2001 que a Harley-Davidson lançou a V-Rod. Com design arrojado, e parceria com a Porsche, nascia o primeiro motor refrigerado a água da marca.
- Produzindo em média cerca de 280 mil motocicletas, a Harley-Davidson está presente em todos os continentes do planeta, com 28 modelos diferentes em mais de 1300 pontos de vendas. Seu faturamento no entanto não vem só das vendas de motocicletas, mas mais de 50% dele vem da venda de acessórios para as motos, além de roupas e acessórios pessoais.
- Em Harrisburg, Pensilvânia, a fabricação dos quadros, as pinturas dos tanques, a instalação dos motores, chicotes e cabos, são feitos exatamente como se fazia a cinquenta anos atrás. O mais curioso fica por conta dos tanques de combustível. São feitos a partir de duas chapas de metal planas, que são batidos manualmente ate chegarem na forma final, depois de soldadas as duas partes, vão para a pintura, que contam além das pistolas pincéis para os desenhos mais elaborados, dando o toque dos pintores, ou melhor, dos artistas que consideram a oficina como um verdadeiro ateliê.
Pois bem amigos, encerro aqui essa sequência de fotos das H-Ds desde 1960 até os dias de hoje, com algumas curiosidades dessa marca que sem dúvida tem uma multidão de admiradores, e o mais curioso, não necessariamente possuidores de motos.
Abraços
Seo Craudio
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Ao completar 30 anos, o modelo Ultra Classic Electra Glide, foi a primeira motocicleta da marca a contar com injeção eletrônica de combustível. Isso em 1995, onde a Harley-Davidson introduziu também a clássica FLHR Road King.
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Em 1998 a Harley-Davidson abriu uma nova fábrica de motores fora de Milwaukee, construiu uma nova linha de montagem em Kansas City, e adquiriu a Buell Motorcycle Company.
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Em comemoração ao 95° aniversário da marca, no dia 3 de Junho de 98 ela reunião 50 mil membros do HOG.
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Foi ainda neste ano que a empresa inaugurou fábrica em Manaus, sua primeira e única linha de montagem fora dos Estados Unidos. Aqui são montados atualmente os modelos Softail FX, Softail Deuce, Fat Boy, Heritage Classic, Road King Classic e Ultra Electra Glide. A nova Road King Custom começa a ser montada nesta unidade em novembro.
Tem mais
abraços
Seo Craudio
Continuando…
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Em 1980, devido a uma mudança de estratégia comandada por Beals, um dos diretores, a “AMF” resolveu vender sua parte, foi quando em 1981 Beals e mais 12 executivos, incluindo Willian G Davidson, neto de Willian Davidson se tornaram os proprietários da Harley-Davidson. “The eagle soars alone” . Neste ano a empresa perdeu US$32 milhões.
- Em 1982, a H-D solicitou ao governo federal a criação de uma tarifa de importação para motos acima de 700cc, a fim de conter a chuva de motocicletas japonesas no mercado americano. Cinco anos mais tarde a própria Harley-Davidson correu novamente ao governo federal, só que agora o pedido era para que fosse retirada a tarifa de importação. Tal atitude repercurtiu de modo favorável à marca, levando o então presidente dos Estados Unidos Ronald Macdonalds, quer dizer Regan, a realizar um tour pelas instalações da empresa onde declarou publicamente ser um grande fã de Harleys. Uma bela estratégia de marketing não ?
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Em uma tentativa de melhorar a qualidade de seus produtos em 1983 a H-D dua a opção de comprar ações da empresa,e ainda o poder de decisão de qual o melhor caminho para a empresa, como o fechamento da fábrica de York, Pensilvânia.
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Foi ainda em 1983 a data de fundação do Harley Owners Group H.O.G, que atualmente conta com mais de 750 mil associados em todo o mundo, ajundado não só a regeneração da empresa mas praticamente “perpetuando-a”, uma vez que é o maior clube deste tipo no mercado de duas rodas no planeta.
Abraços
Seo Craudio
Algumas curiosidades.
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Em 1969, depois de quatro anos com suas ações abertas no mercado de valores, a “AMF” American Foundry & Machine Corporation comprou as ações da empresa. Em pouco tempo o logotipo de “AMF” começou a aparecer nos tanques das HDs, causando desgosto e insegurança para os proprietários da Harley-Davidson, fazendo com que os já fanáticos chorassem ao ver tamanha heresia.
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Nos anos 70, as vendas passaram de 15.000 para 75.000 unidades ao ano. Um volume muito alto que depôs contra a qualidade de seus produtos. E vejam o fato; a qualidade era tão ruim, que as motos chegavam a sair de fábrica já com vazamento de óleo. “Era impossível sair do lado leste de Manhattan para o lado oeste sem um kit de ferramentas”.
Portanto, a AMA – American Motorcyclist Association alerta : ao deixar uma foto de alguma H-D como papel de parede o monitor poderá ficar manchado de óleo”.
Abraços
Seo Craudio














































































